UP oferta curso de Pedagogia em período integral, com dobro da carga horária exigida pelo MEC
O curso de Pedagogia permite atuar na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental.
Desde o início deste ano, a Universidade Positivo trabalha com uma nova proposta para o curso de Pedagogia, em período integral. No turno da manhã, a UP oferece atividades para a formação pessoal - conhecido como Programa de Aprendizagem Complementar - como aulas de inglês, literatura, debates sobre atualidades, noções de sustentabilidade e meio ambiente, entre outras e a Residência Pedagógica, que é uma nova forma de estágio.
No turno da tarde, há ainda a possibilidade do estágio remunerado no Colégio Positivo ou em outras instituições, possibilitando a formação prática e a experiência profissional. Noite são ministradas as aulas da grade curricular específica.
Segundo a professora Josemary Morastoni, coordenadora do curso de Pedagogia Integral da UP, esse é um modelo completamente inovador. "Não temos no Brasil nenhum curso de Pedagogia nesse formato. Tivemos como ponto de partida o entendimento de que a formação do professor deve basear-se na relação entre teoria e prática e, assim, essa abordagem de ensino prioriza a descoberta, a organização, a análise e a revisão teórica, além da fundamentação do trabalho pedagógico para a sala de aula”, diz.
A coordenadora ainda explica que a proposta consolida a expertise da UP na formação de docentes. Em 2011, o curso conquistou a nota 5 no Enade e, de acordo com as avaliações do MEC, é o quinto melhor curso de Pedagogia do Brasil e o primeiro no Paraná.
O curso da UP conta com 6.360 horas de carga horária total. O MEC propõe 3.200 horas para os cursos de Pedagogia. Dessa carga horária, 2.400 horas são dedicadas à Residência Pedagógica, que permite que o estudante estabeleça o vínculo entre a prática docente e a produção acadêmica desde o primeiro ano acadêmico. "Esse é um grande diferencial, pois a grande maioria dos cursos de Pedagogia existentes no Brasil propõe uma carga horária de apenas 320 horas para as atividades de estágio supervisionado”, diz Morastoni.
Já o Programa de Atividades Complementares, que busca a evolução dos acadêmicos em questões de cultura geral, é formado por atividades e oficinas relacionadas ao ensino da língua estrangeira, artes e cultura, planejamento do tempo de estudo e pesquisa e produção de materiais, além de orientação para o desenvolvimento da leitura e escrita.
O Programa trabalha ainda com uma "linha do tempo”, que inclui a análise dos fatos que influenciaram o pensamento educacional brasileiro, enfatizando conteúdos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia da Educação.
Com duração de quatro anos, outro diferencial do curso é o baixo custo da mensalidade: R$ 398 reais, com opção de financiamento.
http://www.nota10.com.br/
DAS COXILHAS SERRANAS:
DAS COXILHAS SERRANAS
Notícias do Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Educação (PPGE)
Mestrado Acadêmico em Educação
Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC) - Lages - Santa Catarina - Brasil
Para conhecer a UNIPLAC, acesse: www.uniplac.net
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Cursos superiores podem ser "desperdício"
Universidades mais disputadas no País continuam sendo frequentadas apenas por estudantes da elite, avalia professor
Embora tenham proliferado no Brasil nos últimos anos, muitos cursos superiores acabam não formando profissionais de qualidade, por isso, podem até acabar sendo um desperdício para a sociedade, de acordo com um especialista ouvido pela reportagem.
Para Tristan MacCowen, professor de Educação e Desenvolvimento da Universidade de Londres, que há pelo menos uma década estuda a evolução do sistema educacional brasileiro, alguns desses cursos "não aumentam a capacidade de inovação da economia, não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade".
Aos poucos, segundo o especialista, estaria sendo consolidado no sistema de ensino superior brasileiro uma espécie de sistema "dual", no qual os cursos e universidades mais disputados - públicos e privados - continuariam a receber principalmente estudantes da elite, enquanto boa parte da população de baixa renda acabaria em faculdades de segunda classe, "nas quais a experiência de aprendizagem seria bem diferente".
— Em muitas das instituições de ensino superior acessíveis a essas classes não há estímulos para que os estudantes busquem conhecimento fora das salas de aula, nem oportunidades de pesquisa ou chances para eles expandirem sua experiência universitária. Muitos acabam sendo mais uma extensão do ensino básico e fundamental do que uma faculdade ou universidade propriamente ditas.
Em quase quatro anos, prêmios da loteria abandonados beneficiam mais de 14 mil universitários
Segundo a última pesquisa do IPM (Instituto Paulo Montenegro), vinculado ao Ibope, divulgada no ano passado, quatro em cada dez estudantes do ensino superior no Brasil não são "plenamente alfabetizados" - ou seja, não conseguem interpretar um texto, gráficos ou tabelas, nem fazer contas matemáticas um pouco mais complexas - por exemplo, envolvendo porcentagens.
— O problema é que o domínio da linguagem e da matemática são ferramentas básicas para que se possa avançar na aprendizagem de conteúdos mais complexos — diz Ana Lúcia Lima, diretora do Instituto.
"De mentira"
A opinião de um ex-professor de arquitetura sobre a qualidade dos alunos e do ensino na faculdade em que ele deu aula por cinco anos dá a medida dos desafios que envolvem a expansão do acesso à universidade no Brasil:
— Esses cursos dão a muitos jovens uma chance de conseguir empregos que pagam um pouco melhor, mas quem vive o dia-a-dia de algumas dessas faculdades privadas sabe que classificá-los como ‘curso superior’ é uma grande mentira.
O ex-professor, de São Paulo, conta que alguns de seus alunos chegavam a sala de aula sem saber fazer uma equação de primeiro grau ou escrever um texto "que fizesse sentido" - e boa parte do trabalho do corpo docente da instituição era tentar suprir as carências de um ensino básico e fundamental deficiente.
— Havia alguns alunos bons e muitos problemáticos - e os professores eram pressionados a aprovar a maior parte dos matriculados mesmo que seu aproveitamento do curso fosse mínimo.
Desde 2001, o número de instituições de ensino superior no país passou de 1.004 para cerca de 2,5 mil e a quantidade de matrículas mais que dobrou, chegando a 6,7 milhões no ano passado, segundo dados da mais recente Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
O relato do ex-professor, porém, não chega a ser uma surpresa para Tristan MacCowen.
— Não há como negar que o Brasil fez avanços significativos na expansão do acesso ao ensino superior - e isso é positivo - mas essa expansão precisava ser acompanhada de um controle sobre a qualidade das novas instituições e um desenvolvimento significativo dos mecanismos de regulação e supervisão do setor, o que parece não ter ocorrido.
Segundo o especialista, na comparação com outros países, o caso brasileiro se destaca justamente pela falta de rigidez de sua regulamentação.
— Chama a atenção a facilidade com a qual grupos privados que visam o lucro podem abrir instituições de ensino no país, por exemplo, - o que implica em riscos significativos.
O governo tem feito um esforço para ampliar a oferta em universidades públicas, principalmente no interior do país, mas 74,6% dos estudantes ainda estão matriculados em instituições privadas, segundo a última Pnad, que registrou um aumento de 1,4 pontos nesse porcentual de 2011 para 2012.
ProUni
Segundo especialistas, a expansão da educação superior no Brasil na última década foi o resultado de dois processos combinados.
De um lado, em um cenário de maior crescimento e menor desemprego, muitos jovens da classe C se sentiram estimulados a estudar mais que seus pais para ampliar suas oportunidades no mercado de trabaho e perspectivas de rendimento.Também aumentou a quantidade de famílias com recursos para investir em educação - o que ampliou a demanda por cursos e serviços nessa área.
Simultaneamente, foram adotadas uma série de políticas públicas para garantir que tal demanda fosse atendida.
Desde 2007, o Governo Federal procurou ampliar a oferta de vagas na rede pública via Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) e universidades federais começaram a adotar sistemas de cotas raciais ou para alunos de escolas públicas.
Para as instituições privadas, o maior estímulo foi o ProUni (Programa Universidade para Todos), que tem financiado, com bolsas parciais ou integrais, milhares de estudantes de baixa renda em cursos superiores por todo o país.
Com tais impulsos, o ensino superior privado tornou-se um dos segmentos mais promissores da economia brasileira. Em 2012, empresas do setor estiveram entre as que mais se valorizaram na Bovespa e não demorou muito para que se estabelecesse uma dinâmica de formação de megagrupos para atender o filão.
Por todo o país, novas faculdades têm recebido jovens que recebem bolsa do governo ou trabalham de dia para pagar os cursos que frequentam à noite.
— Temos pela frente um grande desafio para expandir a qualidade desses cursos e da formação básica dos estudantes que chegam a suas salas de aula", diz Lima. "Isso é essencial para evitar que a escolaridade dos brasileiros avance apenas no papel.
BBC Brasil -
Embora tenham proliferado no Brasil nos últimos anos, muitos cursos superiores acabam não formando profissionais de qualidade, por isso, podem até acabar sendo um desperdício para a sociedade, de acordo com um especialista ouvido pela reportagem.
Para Tristan MacCowen, professor de Educação e Desenvolvimento da Universidade de Londres, que há pelo menos uma década estuda a evolução do sistema educacional brasileiro, alguns desses cursos "não aumentam a capacidade de inovação da economia, não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade".
Aos poucos, segundo o especialista, estaria sendo consolidado no sistema de ensino superior brasileiro uma espécie de sistema "dual", no qual os cursos e universidades mais disputados - públicos e privados - continuariam a receber principalmente estudantes da elite, enquanto boa parte da população de baixa renda acabaria em faculdades de segunda classe, "nas quais a experiência de aprendizagem seria bem diferente".
— Em muitas das instituições de ensino superior acessíveis a essas classes não há estímulos para que os estudantes busquem conhecimento fora das salas de aula, nem oportunidades de pesquisa ou chances para eles expandirem sua experiência universitária. Muitos acabam sendo mais uma extensão do ensino básico e fundamental do que uma faculdade ou universidade propriamente ditas.
Em quase quatro anos, prêmios da loteria abandonados beneficiam mais de 14 mil universitários
Segundo a última pesquisa do IPM (Instituto Paulo Montenegro), vinculado ao Ibope, divulgada no ano passado, quatro em cada dez estudantes do ensino superior no Brasil não são "plenamente alfabetizados" - ou seja, não conseguem interpretar um texto, gráficos ou tabelas, nem fazer contas matemáticas um pouco mais complexas - por exemplo, envolvendo porcentagens.
— O problema é que o domínio da linguagem e da matemática são ferramentas básicas para que se possa avançar na aprendizagem de conteúdos mais complexos — diz Ana Lúcia Lima, diretora do Instituto.
"De mentira"
A opinião de um ex-professor de arquitetura sobre a qualidade dos alunos e do ensino na faculdade em que ele deu aula por cinco anos dá a medida dos desafios que envolvem a expansão do acesso à universidade no Brasil:
— Esses cursos dão a muitos jovens uma chance de conseguir empregos que pagam um pouco melhor, mas quem vive o dia-a-dia de algumas dessas faculdades privadas sabe que classificá-los como ‘curso superior’ é uma grande mentira.
O ex-professor, de São Paulo, conta que alguns de seus alunos chegavam a sala de aula sem saber fazer uma equação de primeiro grau ou escrever um texto "que fizesse sentido" - e boa parte do trabalho do corpo docente da instituição era tentar suprir as carências de um ensino básico e fundamental deficiente.
— Havia alguns alunos bons e muitos problemáticos - e os professores eram pressionados a aprovar a maior parte dos matriculados mesmo que seu aproveitamento do curso fosse mínimo.
Desde 2001, o número de instituições de ensino superior no país passou de 1.004 para cerca de 2,5 mil e a quantidade de matrículas mais que dobrou, chegando a 6,7 milhões no ano passado, segundo dados da mais recente Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
O relato do ex-professor, porém, não chega a ser uma surpresa para Tristan MacCowen.
— Não há como negar que o Brasil fez avanços significativos na expansão do acesso ao ensino superior - e isso é positivo - mas essa expansão precisava ser acompanhada de um controle sobre a qualidade das novas instituições e um desenvolvimento significativo dos mecanismos de regulação e supervisão do setor, o que parece não ter ocorrido.
Segundo o especialista, na comparação com outros países, o caso brasileiro se destaca justamente pela falta de rigidez de sua regulamentação.
— Chama a atenção a facilidade com a qual grupos privados que visam o lucro podem abrir instituições de ensino no país, por exemplo, - o que implica em riscos significativos.
O governo tem feito um esforço para ampliar a oferta em universidades públicas, principalmente no interior do país, mas 74,6% dos estudantes ainda estão matriculados em instituições privadas, segundo a última Pnad, que registrou um aumento de 1,4 pontos nesse porcentual de 2011 para 2012.
ProUni
Segundo especialistas, a expansão da educação superior no Brasil na última década foi o resultado de dois processos combinados.
De um lado, em um cenário de maior crescimento e menor desemprego, muitos jovens da classe C se sentiram estimulados a estudar mais que seus pais para ampliar suas oportunidades no mercado de trabaho e perspectivas de rendimento.Também aumentou a quantidade de famílias com recursos para investir em educação - o que ampliou a demanda por cursos e serviços nessa área.
Simultaneamente, foram adotadas uma série de políticas públicas para garantir que tal demanda fosse atendida.
Desde 2007, o Governo Federal procurou ampliar a oferta de vagas na rede pública via Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) e universidades federais começaram a adotar sistemas de cotas raciais ou para alunos de escolas públicas.
Para as instituições privadas, o maior estímulo foi o ProUni (Programa Universidade para Todos), que tem financiado, com bolsas parciais ou integrais, milhares de estudantes de baixa renda em cursos superiores por todo o país.
Com tais impulsos, o ensino superior privado tornou-se um dos segmentos mais promissores da economia brasileira. Em 2012, empresas do setor estiveram entre as que mais se valorizaram na Bovespa e não demorou muito para que se estabelecesse uma dinâmica de formação de megagrupos para atender o filão.
Por todo o país, novas faculdades têm recebido jovens que recebem bolsa do governo ou trabalham de dia para pagar os cursos que frequentam à noite.
— Temos pela frente um grande desafio para expandir a qualidade desses cursos e da formação básica dos estudantes que chegam a suas salas de aula", diz Lima. "Isso é essencial para evitar que a escolaridade dos brasileiros avance apenas no papel.
BBC Brasil -
Uniplac sem atividades dia 14
Por motivos de antecipação do Dia do Professor e Técnico-Administrativo, do dia 15 de outubro para o dia 14 de outubro, na próxima segunda-feira (14) as atividades na Universidade estarão suspensas durante todo o dia.
Professora Vera Rejane Coelho é reconduzida à Pró-reitoria de Ensino
A professora Vera Rejane Coelho foi reconduzida à Pró-reitora de Ensino pelo reitor, professor Luiz Carlos Pfleger, na tarde desta terça-feira (08). A nomeação foi realizada por meio da Portaria 108/2013 da Universidade do Planalto Catarinense.
A Profa. Vera Rejane ocupava a Pró-reitoria de Ensino desde agosto de 2012 e havia disponibilizado seu cargo no dia 07 de outubro, tendo em vista o pedido de afastamento do então reitor prof. Elson Bastos. Convidada pelo novo reitor, o Professor Pfleger, que assumiu a reitoria também no dia 07 de outubro, a Professora retorna à sua função e reafirma seu compromisso com a Universidade. “Vou trabalhar ainda mais, com a ajuda de toda a equipe, na busca da qualificação da nossa instituição”, afirma.
Integrante do quadro docente da UNIPLAC há dez anos, Vera Rejane é graduada em Educação Artística pela Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC. Especialista em Metodologia do Ensino da Arte pela FURB e Mestre em Educação pela UNIPLAC. De 2009 a 2012, desenvolveu atividades no Setor de Projetos e Apoio Pedagógico. É também Coordenadora Institucional do PIBID /UNIPLAC/SC.
Publicado em 08/10/2013 por Assessoria de Comunicação Social.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
PUC-RS chama artigos
Prezado(a) Professor(a)
Apresentamos as revistas científicas abaixo, editadas pela PUC-RS, como boas alternativas para publicação de seu trabalho e como fonte de pesquisa.
O processo de submissão é totalmente online e livre de ônus para os autores, o acesso é aberto para os leitores e a visibilidade é abrangente, tendo em vista a indexação em bases nacionais e internacionais. A seleção dos originais é feita pelo processo de peer-review.
Esperamos poder contar com seu prestígio como pesquisador(a) e autor(a) em nossos periódicos.
Atenciosamente,
Profa. Dra. Eleonor G. Lago
Coordenadora da Divisão de Periódicos da Edipucrs – Editora Universitária da PUCRS
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Psico
Psicologia e áreas afins
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 0103-5371
e-ISSN: 1980-8623
Indexada: Latindex; LILACS; Index Psi Periódicos (CFP) - BVS Psicologia ULAPSI Brasil; BVS - Biblioteca Virtual em Saúde; Feng Chia University Libraries; SUWECO ONLINE SERVICE.
Qualis CAPES: A2 (Psicologia, Interdisciplinar); B1 (Educação, Serviço Social, Artes/Música, Letras / Linguística); B2 (Administração, C. Contábeis, Turismo, Sociologia); B3 (Enfermagem)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico
Revista Famecos
Mídia, Cultura, Tecnologia da Comunicação
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 1415-0549
e-ISSN: 1980-3729
Indexada: CLASE; IAI; Latindex; CNEN/LivRe; OJS; Portal RevCOM (PORTCOM) Red Iberoamericana de Revistas de Comunicación y Cultura; Univerciencia - Portal da Produção Científica em Ciências da Comunicação.
Qualis CAPES: A2 (Ciências Sociais Aplicadas I); B1 (Interdisciplinar, História); B2 (Arquitetura e Urbanismo, Artes/Música, Ciências Ambientais); B3 (Sociologia, Psicologia, Serviço social, Administração, Ciências Contábeis e Turismo)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos
Veritas
Filosofia
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 0042-3955
e-ISSN: 1984-6746
Indexada: The Philosopher's Index; Latindex; CLASE; Elektronische Zeitschriftenbibliothek; (EZB)/Universitätsbibliothek Regensburg; DOAJ; EBSCO A-to-Z; Fonte Acadêmica; Fuente Académica
Qualis CAPES: A2 (História, Filosofia/Teologia: subcomissão Filosofia, Interdisciplinar); B1 (Educação, Filosofia/Teologia: subcomissão Teologia, Letras/Linguística); B2 (Sociologia); B3 (Ciência Política e Relações Internacionais, Ciências Sociais Aplicadas I)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas
Intuitio
Filosofia
Formato: eletrônico
ISSN: 1982-4012
Indexada: Latindex
Qualis CAPES: B4 (Filosofia / Teologia: subcomissão Filosofia, Filosofia / Teologia: subcomissão Teologia, Interdisciplinar, Educação, Artes / Música)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio
Letrônica
Letras, Literatura e Linguística
Formato: eletrônico
e-ISSN: 1984-4301
Indexada: Latindex
Qualis CAPES: B2 (Letras/Linguística); B3 (História)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/letronica
Teocomunicação
Teologia
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 0103-314x
e-ISSN: 1980-6736
Indexada: CLASE; DOAJ; EBSCOhost: EBSCO A-to-Z; EBSCOhost: Fonte Acadêmica; Latindex
Qualis CAPES: B2 (Filosofia/Teologia: subcomissão Teologia); B3 (Letras/Linguística, Educação, História)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/teo
Letras de Hoje
Letras, Literatura e Linguística
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 0101-3335
e-ISSN: 1984-7726
Indexada: CLASE; Latindex, DOAJ; EBSCO; CCN.
Qualis CAPES: A1 (Letras/Linguística); A2 (Interdisciplinar, História, Educação); B2 (Ciências Sociais Aplicadas I)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale
Navegações
Cultura e literaturas de língua portuguesa (Brasil e Portugal)
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 1982-8527
e-ISSN: 1983-4276
Indexada: Latindex; DOAJ
Qualis CAPES: B2 (Planejamento Urbano/Demografia); B3 (Letras/Linguística, História)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/navegacoes
Oficina do Historiador
Trabalhos de alunos e docentes de Cursos de Graduação e Pós-Graduação em História
Formato: eletrônico
e-ISSN: 2178-3748
Qualis CAPES: B1 (História, Educação); B4 (Letras/Linguística, Sociologia)
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Sessões do Imaginário
Cinema, cibercultura, tecnologias da imagem
Formato: eletrônico
e-ISSN: 1980-3710
Indexada: OJS/PKP
Qualis CAPES: B1 (Ciências Sociais Aplicadas I, Educação)
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Textos & Contextos
Serviço Social
Formato: eletrônico
e-ISSN: 1677-9509
Indexada: LILACS; DOAJ; Latindex; OJS/PKP
Qualis CAPES: A2 (Serviço Social); B1 (Interdisciplinar, Geografia, Educação);
B3 (Enfermagem, Educação Física)
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Psico
Psicologia e áreas afins
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Revista Famecos
Mídia, Cultura, Tecnologia da Comunicação
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Indexada: CLASE; IAI; Latindex; CNEN/LivRe; OJS; Portal RevCOM (PORTCOM) Red Iberoamericana de Revistas de Comunicación y Cultura; Univerciencia - Portal da Produção Científica em Ciências da Comunicação.
Qualis CAPES: A2 (Ciências Sociais Aplicadas I); B1 (Interdisciplinar, História); B2 (Arquitetura e Urbanismo, Artes/Música, Ciências Ambientais); B3 (Sociologia, Psicologia, Serviço social, Administração, Ciências Contábeis e Turismo)
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Veritas
Filosofia
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 0042-3955
e-ISSN: 1984-6746
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Intuitio
Filosofia
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Letrônica
Letras, Literatura e Linguística
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Teologia
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Letras de Hoje
Letras, Literatura e Linguística
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Cultura e literaturas de língua portuguesa (Brasil e Portugal)
Formato: impresso e eletrônico
ISSN: 1982-8527
e-ISSN: 1983-4276
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Oficina do Historiador
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Serviço Social
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Repositório CRUESP
USP, Unesp e Unicamp reúnem produção em repositório digital
No final do ano passado, a Reitoria da USP baixou uma resolução que estabelecia as bases da política de acesso aberto que já vinha sendo praticada e estimulada na Universidade. Agora, uma das principais iniciativas nesse sentido acaba de se concretizar: o lançamento de um repositório que integra a produção intelectual da USP, da Unesp e da Unicamp: o Repositório da Produção Científica do CRUESP (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas).
Lançado no último domingo, dia 6 de outubro, durante a abertura da quarta Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (Confoa), o Repositório CRUESP vai disponibilizar gratuitamente tal conteúdo, que corresponde a aproximadamente 75% de toda a produção científica brasileira. “As pessoas poderão encontrar o que está sendo produzido e publicado pela comunidade das três universidades num único lugar, numa única interface, inclusive, com acesso ao texto completo”, anuncia a coordenadora do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, Sueli Mara Ferreira.
Os sistemas de bibliotecas das três universidades foram responsáveis pela coordenação do projeto, com o apoio dos pró-reitores de pesquisa e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), umas das principais incentivadoras da criação do repositório. “Como agência de fomento, a Fapesp quer ter um espaço onde estejam disponibilizados os trabalhos financiados com dinheiro público. Nossa proposta é que, a partir de agora, o país, os governos e as agências possam começar a gerar as políticas de acesso aberto que já existem nos outros países”, afirma Sueli.
Cada uma das universidades tem, hoje, seu próprio repositório (USP, Unesp e Unicamp), construídos a partir de uma metodologia comum. O Repositório CRUESP apresenta, assim, um metabuscador que percorre esses três repositórios institucionais para fazer as pesquisas. Outras universidades brasileiras já criaram essa ferramenta, mas trata-se da primeira iniciativa que integra mais de um repositório em uma mesma interface.
Menos restrições, mais produções
Segundo a coordenadora do SIBi, foram priorizados, neste primeiro momento, artigos publicados em periódicos da SciELO (biblioteca científica eletrônica que disponibiliza edições completas) e em revistas indexadas no Web of Science (base de dados em que é possível avaliar o impacto das publicações), somando cerca de 60 mil produções. A proposta é que outros conteúdos sejam integrados, como livros, trabalhos de eventos, objetos educacionais, entre outras produções.
Um dos principais desafios enfrentados na execução de uma política de acesso aberto na universidade são as restrições impostas por parte dos periódicos onde são publicados os trabalhos dos pesquisadores. Por isso, a resolução que estabelece as políticas de informação da USP recomenda à comunidade universitária a negociação com as editoras, de forma que o material possa ser disponibilizado gratuitamente pela instituição – muitas revistas científicas cobram pelo conteúdo, ainda que, no caso das universidades paulistas, os trabalhos tenham sido desenvolvidas com financiamento público.
Segundo Sueli, outro desafio enfrentado pela equipe que desenvolve o Repositório CRUESP é o tecnológico: são necessários ainda alguns ajustes em relação às ferramentas de cadastro e busca das produções, no entanto essa primeira versão já poderá mostrar a viabilidade da proposta e incentivar o aperfeiçoamento e manutenção do sistema.
A Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto acontece até dia 9 de outubro na Biblioteca Brasiliana da USP e reúne especialistas e interessados em atividades de pesquisa, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o acesso livre à produção científica.
No final do ano passado, a Reitoria da USP baixou uma resolução que estabelecia as bases da política de acesso aberto que já vinha sendo praticada e estimulada na Universidade. Agora, uma das principais iniciativas nesse sentido acaba de se concretizar: o lançamento de um repositório que integra a produção intelectual da USP, da Unesp e da Unicamp: o Repositório da Produção Científica do CRUESP (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas).
Lançado no último domingo, dia 6 de outubro, durante a abertura da quarta Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (Confoa), o Repositório CRUESP vai disponibilizar gratuitamente tal conteúdo, que corresponde a aproximadamente 75% de toda a produção científica brasileira. “As pessoas poderão encontrar o que está sendo produzido e publicado pela comunidade das três universidades num único lugar, numa única interface, inclusive, com acesso ao texto completo”, anuncia a coordenadora do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, Sueli Mara Ferreira.
Os sistemas de bibliotecas das três universidades foram responsáveis pela coordenação do projeto, com o apoio dos pró-reitores de pesquisa e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), umas das principais incentivadoras da criação do repositório. “Como agência de fomento, a Fapesp quer ter um espaço onde estejam disponibilizados os trabalhos financiados com dinheiro público. Nossa proposta é que, a partir de agora, o país, os governos e as agências possam começar a gerar as políticas de acesso aberto que já existem nos outros países”, afirma Sueli.
Cada uma das universidades tem, hoje, seu próprio repositório (USP, Unesp e Unicamp), construídos a partir de uma metodologia comum. O Repositório CRUESP apresenta, assim, um metabuscador que percorre esses três repositórios institucionais para fazer as pesquisas. Outras universidades brasileiras já criaram essa ferramenta, mas trata-se da primeira iniciativa que integra mais de um repositório em uma mesma interface.
Menos restrições, mais produções
Segundo a coordenadora do SIBi, foram priorizados, neste primeiro momento, artigos publicados em periódicos da SciELO (biblioteca científica eletrônica que disponibiliza edições completas) e em revistas indexadas no Web of Science (base de dados em que é possível avaliar o impacto das publicações), somando cerca de 60 mil produções. A proposta é que outros conteúdos sejam integrados, como livros, trabalhos de eventos, objetos educacionais, entre outras produções.
Um dos principais desafios enfrentados na execução de uma política de acesso aberto na universidade são as restrições impostas por parte dos periódicos onde são publicados os trabalhos dos pesquisadores. Por isso, a resolução que estabelece as políticas de informação da USP recomenda à comunidade universitária a negociação com as editoras, de forma que o material possa ser disponibilizado gratuitamente pela instituição – muitas revistas científicas cobram pelo conteúdo, ainda que, no caso das universidades paulistas, os trabalhos tenham sido desenvolvidas com financiamento público.
Segundo Sueli, outro desafio enfrentado pela equipe que desenvolve o Repositório CRUESP é o tecnológico: são necessários ainda alguns ajustes em relação às ferramentas de cadastro e busca das produções, no entanto essa primeira versão já poderá mostrar a viabilidade da proposta e incentivar o aperfeiçoamento e manutenção do sistema.
A Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto acontece até dia 9 de outubro na Biblioteca Brasiliana da USP e reúne especialistas e interessados em atividades de pesquisa, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o acesso livre à produção científica.
Copiar trabalho de outro... dá no que dá
A reprodução de obra técnica em outro trabalho, sem a citação do autor, causa prejuízo de ordem imaterial, ensejando o dever de indenizar. Afinal, tanto o artigo 5º, inciso XXVIII, da Constituição, quanto o 7º, da Lei 9.610/98, assegura a proteção dos direitos autorais.
O entendimento levou a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a manter sentença que condenou um advogado de Sorocaba (SP) a indenizar uma estudante gaúcha pelo uso, sem referência, da monografia dela. O colegiado confirmou o valor de R$ 15 mil de reparação moral, arbitrado pelo juízo da Comarca de Butiá (RS), livrando-o, porém, da multa por litigância de má-fé.
O relator da Apelação, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, escreveu no acórdão que foi a autora quem primeiro desenvolveu o tema ‘‘paternidade socioafetiva’’, que embasou o trabalho de conclusão de curso no ano de 2003. E que, em 2005, o réu o utilizou em sua dissertação de mestrado, com acréscimos, sem fazer a mínima referência à propriedade intelectual da obra.
‘‘Assim, mister se faz o reconhecimento da autoria intelectual como propriedade indelével de determinado espírito humano, cuja reprodução, sem a devida nominação, importa no mais nefasto dos delitos, a apropriação indevida de criação alheia, [pois] tal ilícito retira mais do que palavras de um texto, mas captura a própria alma de seu criador’’, discorreu o relator no acórdão, lavrado no dia 11 de setembro.
O caso
A bacharel em Direito Luana Babuska Chrapak da Silva ajuizou Ação Ordinária de Reparação por Danos Morais e Patrimoniais, cumulada com obrigação de não fazer, contra Emerson Alexandre Molina Rodrigues, em face de violação de direitos autorais. Afirmou que o réu, advogado em Sorocaba (SP), usou monografia de sua autoria no trabalho de conclusão de Mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sem dar-lhe o devido crédito.
A monografia, intitulada ‘‘A paternidade socioafetiva e a obrigação alimentar’’, foi produzida em 2003, quando se formou pela PUC-RS, em Porto Alegre.
Conforme a autora, o fato chegou até o seu conhecimento em julho de 2007, por meio de um professor de Direito do Trabalho e de Direitos Humanos da Universidade de Sorocaba. O professor, então integrante da banca examinadora, externou suspeita de que sua monografia poderia ter sido copiada pelo réu para ser apresentada como tese de dissertação.
Citado, o advogado apresentou defesa. Informou que, muito antes de apresentar sua dissertação de mestrado, já havia publicado no site do seu escritório um trabalho de cunho acadêmico sobre a questão da paternidade socioafetiva, deduzindo que a autora é que subtraiu suas ideias.
Ele resolveu ingressar com reconvenção contra a autora, pedindo danos morais pela usurpação, já que defendeu sua tese em situação extremamente tensa, por causa da suspeita de plágio. Também defendeu a proibição de publicação, por parte da estudante, do trabalho de sua autoria.
Em contestação, a autora afirmou que o site do escritório do réu só passou a existir a partir de 2006. O advogado informou que antes seu trabalho foi publicado em provedor de domínio público.
A sentença
A juíza Lizelena Pereira Ranzolin, da Vara Judicial da Comarca de Butiá, afirmou que o advogado não publicou nada no período compreendido entre 2002 e 2005, e encerra a questão.
Para Lizelena, o advogado levou a juízo apenas o testemunho do técnico em informática, que afirmou que teria providenciado na publicação de trabalho de sua autoria em Direito de Família, entre 2001 e 2002. Embora a testemunha tenha afirmado que tal informação estaria disponível, esta não foi apresentada no processo.
"Assim, como o trabalho da autora apenas foi inserido dentro da tese do demandado sem as citações necessárias, a Ação Ordinária é procedente no sentido que deve ser publicada Errata, com inserção da autoria da autora e da bibliografia referida, no trabalho do réu", escreveu na sentença.
A juíza negou os danos materiais, pela falta de comprovação de prejuízo, mas arbitrou a reparação moral em R$ 15 mil. E ainda censurou o réu que, apesar de ser professor e de ter diversos títulos publicados, deixou de dar bom exemplo a seus alunos. Afinal, destacou, no ambiente acadêmico, os alunos espelham seu comportamento profissional nos mestres.
Finalizando a sentença, disse que o réu se utilizou do processo de reconvenção, ação manifestamente infundada, com o intuito de induzir em erro o juízo, distorcendo a verdade dos fatos.
O entendimento levou a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a manter sentença que condenou um advogado de Sorocaba (SP) a indenizar uma estudante gaúcha pelo uso, sem referência, da monografia dela. O colegiado confirmou o valor de R$ 15 mil de reparação moral, arbitrado pelo juízo da Comarca de Butiá (RS), livrando-o, porém, da multa por litigância de má-fé.
O relator da Apelação, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, escreveu no acórdão que foi a autora quem primeiro desenvolveu o tema ‘‘paternidade socioafetiva’’, que embasou o trabalho de conclusão de curso no ano de 2003. E que, em 2005, o réu o utilizou em sua dissertação de mestrado, com acréscimos, sem fazer a mínima referência à propriedade intelectual da obra.
‘‘Assim, mister se faz o reconhecimento da autoria intelectual como propriedade indelével de determinado espírito humano, cuja reprodução, sem a devida nominação, importa no mais nefasto dos delitos, a apropriação indevida de criação alheia, [pois] tal ilícito retira mais do que palavras de um texto, mas captura a própria alma de seu criador’’, discorreu o relator no acórdão, lavrado no dia 11 de setembro.
O caso
A bacharel em Direito Luana Babuska Chrapak da Silva ajuizou Ação Ordinária de Reparação por Danos Morais e Patrimoniais, cumulada com obrigação de não fazer, contra Emerson Alexandre Molina Rodrigues, em face de violação de direitos autorais. Afirmou que o réu, advogado em Sorocaba (SP), usou monografia de sua autoria no trabalho de conclusão de Mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sem dar-lhe o devido crédito.
A monografia, intitulada ‘‘A paternidade socioafetiva e a obrigação alimentar’’, foi produzida em 2003, quando se formou pela PUC-RS, em Porto Alegre.
Conforme a autora, o fato chegou até o seu conhecimento em julho de 2007, por meio de um professor de Direito do Trabalho e de Direitos Humanos da Universidade de Sorocaba. O professor, então integrante da banca examinadora, externou suspeita de que sua monografia poderia ter sido copiada pelo réu para ser apresentada como tese de dissertação.
Citado, o advogado apresentou defesa. Informou que, muito antes de apresentar sua dissertação de mestrado, já havia publicado no site do seu escritório um trabalho de cunho acadêmico sobre a questão da paternidade socioafetiva, deduzindo que a autora é que subtraiu suas ideias.
Ele resolveu ingressar com reconvenção contra a autora, pedindo danos morais pela usurpação, já que defendeu sua tese em situação extremamente tensa, por causa da suspeita de plágio. Também defendeu a proibição de publicação, por parte da estudante, do trabalho de sua autoria.
Em contestação, a autora afirmou que o site do escritório do réu só passou a existir a partir de 2006. O advogado informou que antes seu trabalho foi publicado em provedor de domínio público.
A sentença
A juíza Lizelena Pereira Ranzolin, da Vara Judicial da Comarca de Butiá, afirmou que o advogado não publicou nada no período compreendido entre 2002 e 2005, e encerra a questão.
Para Lizelena, o advogado levou a juízo apenas o testemunho do técnico em informática, que afirmou que teria providenciado na publicação de trabalho de sua autoria em Direito de Família, entre 2001 e 2002. Embora a testemunha tenha afirmado que tal informação estaria disponível, esta não foi apresentada no processo.
"Assim, como o trabalho da autora apenas foi inserido dentro da tese do demandado sem as citações necessárias, a Ação Ordinária é procedente no sentido que deve ser publicada Errata, com inserção da autoria da autora e da bibliografia referida, no trabalho do réu", escreveu na sentença.
A juíza negou os danos materiais, pela falta de comprovação de prejuízo, mas arbitrou a reparação moral em R$ 15 mil. E ainda censurou o réu que, apesar de ser professor e de ter diversos títulos publicados, deixou de dar bom exemplo a seus alunos. Afinal, destacou, no ambiente acadêmico, os alunos espelham seu comportamento profissional nos mestres.
Finalizando a sentença, disse que o réu se utilizou do processo de reconvenção, ação manifestamente infundada, com o intuito de induzir em erro o juízo, distorcendo a verdade dos fatos.
Moção de apoio ao Rio de Janeiro
Moção de apoio à greve dos profissionais das redes públicas de educação do Estado e do Município do Rio de Janeiro
Os educadores e pesquisadores da educação, reunidos em Goiânia, no campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, durante a 36a Reunião Anual da ANPEd, engajados nas lutas coletivas pela educação pública, gratuita e democrática, e alarmados pela forma como os governos do estado e do município do Rio de Janeiro vêm lidando com a greve – direito legítimo dos trabalhadores da educação – expressam seu incondicional apoio às reivindicações requeridas pelos profissionais das redes públicas de educação, visando à melhoria das condições de trabalho e do ensino nestas redes.
A forma como a democracia vem sendo ignorada a cada dia nas redes do Rio de Janeiro, especialmente nos últimos dias, quando se assistiram cenas de violência contra profissionais da educação precisa de um basta! Basta de negligência com o conjunto de trabalhadores, com suas necessidades e condições de trabalho! Basta de gestão vendida a interesses particulares que carreiam os recursos da educação pública para instituições privadas, sob a alegação de que estas têm fórmulas mágicas para qualificar o ensino no Rio de Janeiro! Basta de falta de autonomia pedagógica a um corpo docente de cerca de 80.000 professores qualificados, em maioria com nível superior, além de inúmeros com mestrado e doutorado, formados em cursos dos 11 Programas de Pós-graduação em Educação de universidades fluminenses! Basta de pensar a educação da população como um negócio que encobre os insucessos das propostas compradas com programas e projetos que retiram estudantes das classes regulares, para que não comprometam os resultados que levaram o Rio de Janeiro a uma posição mais confortável no último IDEB, escondendo “sob os tapetes” dos percentuais, a realidade de tantas crianças, adolescentes, jovens e adultos que não recebem a educação de qualidade a qual têm direito! Basta o recurso a dirigentes que desconhecem o saber produzido no campo da educação em todos os níveis e muito menos aqueles produzidos pelas escolas, por seus profissionais e por seus alunos! Basta de ferir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional com ideias fantasiosas de que nomenclaturas como ginásios, primários, etc, mudam a realidade, em franco desrespeito à legislação ordinária aprovada pelo Congresso Nacional em 1996.
O Rio de Janeiro tem o direito a uma educação efetivamente de qualidade, porque tem profissionais capazes de construí-la, sem precisar de interferências externas e danosas aos recursos que o FUNDEB e outras fontes aportam à maior rede municipal do Brasil e a uma grande rede estadual, como a do Rio de Janeiro.
Basta de lidar com os docentes como se fossem meliantes, que ameaçam a cidade e seus dirigentes, sem respeito à condição de educadores que sempre assumiram esse papel na sociedade carioca e fluminense
Os educadores e pesquisadores da educação, reunidos em Goiânia, no campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, durante a 36a Reunião Anual da ANPEd, engajados nas lutas coletivas pela educação pública, gratuita e democrática, e alarmados pela forma como os governos do estado e do município do Rio de Janeiro vêm lidando com a greve – direito legítimo dos trabalhadores da educação – expressam seu incondicional apoio às reivindicações requeridas pelos profissionais das redes públicas de educação, visando à melhoria das condições de trabalho e do ensino nestas redes.
A forma como a democracia vem sendo ignorada a cada dia nas redes do Rio de Janeiro, especialmente nos últimos dias, quando se assistiram cenas de violência contra profissionais da educação precisa de um basta! Basta de negligência com o conjunto de trabalhadores, com suas necessidades e condições de trabalho! Basta de gestão vendida a interesses particulares que carreiam os recursos da educação pública para instituições privadas, sob a alegação de que estas têm fórmulas mágicas para qualificar o ensino no Rio de Janeiro! Basta de falta de autonomia pedagógica a um corpo docente de cerca de 80.000 professores qualificados, em maioria com nível superior, além de inúmeros com mestrado e doutorado, formados em cursos dos 11 Programas de Pós-graduação em Educação de universidades fluminenses! Basta de pensar a educação da população como um negócio que encobre os insucessos das propostas compradas com programas e projetos que retiram estudantes das classes regulares, para que não comprometam os resultados que levaram o Rio de Janeiro a uma posição mais confortável no último IDEB, escondendo “sob os tapetes” dos percentuais, a realidade de tantas crianças, adolescentes, jovens e adultos que não recebem a educação de qualidade a qual têm direito! Basta o recurso a dirigentes que desconhecem o saber produzido no campo da educação em todos os níveis e muito menos aqueles produzidos pelas escolas, por seus profissionais e por seus alunos! Basta de ferir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional com ideias fantasiosas de que nomenclaturas como ginásios, primários, etc, mudam a realidade, em franco desrespeito à legislação ordinária aprovada pelo Congresso Nacional em 1996.
O Rio de Janeiro tem o direito a uma educação efetivamente de qualidade, porque tem profissionais capazes de construí-la, sem precisar de interferências externas e danosas aos recursos que o FUNDEB e outras fontes aportam à maior rede municipal do Brasil e a uma grande rede estadual, como a do Rio de Janeiro.
Basta de lidar com os docentes como se fossem meliantes, que ameaçam a cidade e seus dirigentes, sem respeito à condição de educadores que sempre assumiram esse papel na sociedade carioca e fluminense
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
UNIPLAC TEM NOVO REITOR
O Conselho de Administração da Fundação UNIPLAC, na tarde de hoje, nomeou através da Portaria nº 107, de 07 de outubro de 2013, o professor Luiz Carlos Pfleger como reitor interino, até que a eleição para o cargo de Reitor aconteça.
O Prof. Pfleger assume a reitoria e substituição ao Prof. Elson Bastos que pediu exoneração na última sexta-feira. A Profa. Vera Rejane Coelho, Pró-reitora de Ensino também foi exonerada a pedido. O cargo dela está a disposição para definição do novo Reitor nomeado.
O Prof. Pfleger assume a reitoria e substituição ao Prof. Elson Bastos que pediu exoneração na última sexta-feira. A Profa. Vera Rejane Coelho, Pró-reitora de Ensino também foi exonerada a pedido. O cargo dela está a disposição para definição do novo Reitor nomeado.
Recursos para projetos
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome (MDS) lançaram a Chamada MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 com o objetivo de selecionar projetos de pesquisa acadêmica ligados à área de proteção e de desenvolvimento social.
A meta é apoiar os estudos de pesquisadores relacionados com os temas: Assistência Social; Bolsa Família ¿ Estratégias para Alívio e Superação da Pobreza; Inclusão Produtiva; Segurança Alimentar e Nutricional; Temas Transversais e Ações de Integração de Políticas de Desenvolvimento Social; Economia e Financiamento das Ações de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Segundo o coordenador do Departamento de Avaliação da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI), Alexandro Rodrigues, a iniciativa beneficia todas as partes. "A academia sai ganhando porque se aproxima das políticas sociais; ganha o ministério, que pode aperfeiçoar suas ações a partir das avaliações externas e, assim, a população também é favorecida pelas pesquisas", comenta.
O valor máximo de financiamento é de R$ 60 mil para projetos em que o coordenador tenha titulo de mestrado e R$ 100 mil para aqueles coordenados por um doutor. O prazo para execução dos projetos é de 18 meses.
As propostas devem ser cadastradas até o dia 16 de outubro, na Plataforma Carlos Chagas, na página do CNPq. A divulgação dos resultados e o início do apoio às propostas será a partir de novembro.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
--
Dra.Profa. titular Graciela Ines Bolzon de Muniz
Coordenadora de Pesquisa e desenvolvimento tecnológico
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.
Coordenadora do Laboratório LCNANO - SINANO
+55- 41- 33604272/4212/4275
+55-41-3360-5328 (PRPPG) 8844-5311
+55-41-88445311 99815655
A meta é apoiar os estudos de pesquisadores relacionados com os temas: Assistência Social; Bolsa Família ¿ Estratégias para Alívio e Superação da Pobreza; Inclusão Produtiva; Segurança Alimentar e Nutricional; Temas Transversais e Ações de Integração de Políticas de Desenvolvimento Social; Economia e Financiamento das Ações de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Segundo o coordenador do Departamento de Avaliação da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI), Alexandro Rodrigues, a iniciativa beneficia todas as partes. "A academia sai ganhando porque se aproxima das políticas sociais; ganha o ministério, que pode aperfeiçoar suas ações a partir das avaliações externas e, assim, a população também é favorecida pelas pesquisas", comenta.
O valor máximo de financiamento é de R$ 60 mil para projetos em que o coordenador tenha titulo de mestrado e R$ 100 mil para aqueles coordenados por um doutor. O prazo para execução dos projetos é de 18 meses.
As propostas devem ser cadastradas até o dia 16 de outubro, na Plataforma Carlos Chagas, na página do CNPq. A divulgação dos resultados e o início do apoio às propostas será a partir de novembro.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
--
Dra.Profa. titular Graciela Ines Bolzon de Muniz
Coordenadora de Pesquisa e desenvolvimento tecnológico
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.
Coordenadora do Laboratório LCNANO - SINANO
+55- 41- 33604272/4212/4275
+55-41-3360-5328 (PRPPG) 8844-5311
+55-41-88445311 99815655
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Na 36ª Reunião Nacional da ANPED
O Prof. Geraldo Antonio da Rosa, coordenador adjunto do Programa de Pós-graduação do Mestrado em Educação e diversos professores estiveram em Goiânia participando, juntamente com os mestrandos de 2012, da 36ª Reunião Nacional da ANPEd realizada no Campus II da UFG, no período de 29 de setembro a 02 de outubro de 2013.
A Reunião conta com transmissões ao vivo, pela internet, de algumas atividades, dentre as quais a cerimônia e conferência de abertura proferida pelo professor Dermeval Saviani no dia 29. A conferência de encerramento será realizada no dia 02 pelo sociólogo Stephen Ball (Institute of Education, University of London) tendo como tema “Educação neoliberal e pesquisa neoliberal”.
A ANPED
A ANPEd — Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação — é uma sociedade civil, sem fins lucrativos. Na década de 1980, passou a nomear-se Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). Sua finalidade é o desenvolvimento e a consolidação da pós-graduação e da pesquisa na área de Educação no Brasil. Ao longo dos anos, tem se projetado no país e fora dele como um importante espaço de debate das questões científicas e políticas da área, constituindo-se em referência na produção e divulgação do conhecimento em Educação.
A 36ª Reunião Nacional é um marco na história da Associação, pois encerrará uma tradição de reuniões nacionais realizadas anualmente. Conforme mudança estatutária ocorrida em assembleia específica, a ANPEd passará, a partir deste ano, as reuniões nacionais dessa Associação ocorrerão a cada dois anos, intercaladas pela realização dos Encontros Regionais (Anpedinhas e EPENN).
O tema da 36ª Reunião Nacional foi “Sistema Nacional de Educação e Participação Popular: Desafios para as políticas educacionais”.
A Reunião conta com transmissões ao vivo, pela internet, de algumas atividades, dentre as quais a cerimônia e conferência de abertura proferida pelo professor Dermeval Saviani no dia 29. A conferência de encerramento será realizada no dia 02 pelo sociólogo Stephen Ball (Institute of Education, University of London) tendo como tema “Educação neoliberal e pesquisa neoliberal”.
A ANPED
A ANPEd — Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação — é uma sociedade civil, sem fins lucrativos. Na década de 1980, passou a nomear-se Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). Sua finalidade é o desenvolvimento e a consolidação da pós-graduação e da pesquisa na área de Educação no Brasil. Ao longo dos anos, tem se projetado no país e fora dele como um importante espaço de debate das questões científicas e políticas da área, constituindo-se em referência na produção e divulgação do conhecimento em Educação.
A 36ª Reunião Nacional é um marco na história da Associação, pois encerrará uma tradição de reuniões nacionais realizadas anualmente. Conforme mudança estatutária ocorrida em assembleia específica, a ANPEd passará, a partir deste ano, as reuniões nacionais dessa Associação ocorrerão a cada dois anos, intercaladas pela realização dos Encontros Regionais (Anpedinhas e EPENN).
O tema da 36ª Reunião Nacional foi “Sistema Nacional de Educação e Participação Popular: Desafios para as políticas educacionais”.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Tudo pronto para o grande evento anual da Uniplac
Programadas para acontecer de 7 a 10 de outubro, a 17ª Mostra Científica e 16ª Jornada de Pesquisa, Ensino e Extensão, na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) estão com as inscrições abertas até sexta-feira.
A Mostra Científica é considerada o maior evento da Uniplac e tem como objetivo integrar as essências da formação superior, através de exposições, debates, questionamentos e avaliação da produção científica, criando um espaço para troca de experiências entre professores, acadêmicos e pesquisadores. O evento é aberto à comunidade.
O tema central da mostra é “Ciência, Saúde e Inovação na Serra Catarinense”.
Durante o período da mostra as atividades pedagógicas da universidade são direcionadas à programação do evento.
Evento consolidado: A coordenadora da Mostra Científica, gestora de Pesquisa da Uniplac, professora Camila Baccin, fala da consolidação do evento como movimento institucional de divulgação dos trabalhos e atividades acadêmicas. “Observamos a crescente demanda do mercado e da sociedade e buscamos a sinergia com essas demandas, tecnológicas, humanas e sociais, apresentando resultados que contribuam por meio da pesquisa”, diz.
“A universidade é o cérebro da sociedade e deve se envolver no desenvolvimento da região, na medida em que se constitui como responsável pela produção de conhecimento”, afirma a coordenadora.
Edição 2013: Para maior integração da sociedade nos processos de geração do conhecimento, a edição de 2013 traz algumas novidades como a abertura para participação de pessoas da comunidade externa como ouvintes. Outra novidade é a apresentação dos temas e trabalhos, abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Ao lado, acompanhe a programação da mostra.
Programação
7 de outubro
13h30min – No CCJ da Uniplac, palestra “Inovação em Saúde” com Elisandréa Sguario, representante da Organização Pan Americana de Saúde - OPAS no Brasil
19horas – No Centro Serra Convention Center, abertura oficial com apresentações culturais e a palestra “A experiência de um pesquisador na Antártica”, com o engenheiro agrônomo doutor Alexandre de Ávila Lerípio.
8 de outubro
9 horas - Auditório do CCJ, palestra “Comunicação: o resgate do ser”, com a doutora Maria Julia Paes, pesquisadora da USP
14 horas - Auditório do CCJ, palestra “Segurança do Paciente, uma visão nacional e internacional”, com o doutor Walter Mendes, pesquisador da UFRJ-ENSP/FIOCRUZ
19 horas - Auditório do CCJ, palestra “Pesquisa e Mercado de Trabalho”, com o professor da UFMG, doutor Marcos Pinotti
20h30min - Auditório do CCJ - “Ética- Um desafio constante”, com Evandro Badin
9 de outubro
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Empreendorismo na Serra, o que a indústria espera da Universidade”, com Graciliano Campos, Diretor Presidente da NovaEr Craft
19horas - Salão de Atos, palestra “Funciones Actuales del Derecho de Daños”, com o doutor Fernando Alfredo Ubiría, Secretário Acadêmico do Curso de Doutorado em Ciências Jurídicas da PUC Argentina.
10 de outubro
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Tecnologia e Inovação na Empresa”, com Felix Polo, gerente de Marketing da Todeschini
19horas - Salão de Atos, palestra “Da dor ao prazer no trabalho docente”, com a doutora Elizabete Barros, pesquisadora da Universidade Federal do Espírito Santo
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Eu empreendedor na área da saúde”, com o doutor Alexandre Acosta.
A Mostra Científica é considerada o maior evento da Uniplac e tem como objetivo integrar as essências da formação superior, através de exposições, debates, questionamentos e avaliação da produção científica, criando um espaço para troca de experiências entre professores, acadêmicos e pesquisadores. O evento é aberto à comunidade.
O tema central da mostra é “Ciência, Saúde e Inovação na Serra Catarinense”.
Durante o período da mostra as atividades pedagógicas da universidade são direcionadas à programação do evento.
Evento consolidado: A coordenadora da Mostra Científica, gestora de Pesquisa da Uniplac, professora Camila Baccin, fala da consolidação do evento como movimento institucional de divulgação dos trabalhos e atividades acadêmicas. “Observamos a crescente demanda do mercado e da sociedade e buscamos a sinergia com essas demandas, tecnológicas, humanas e sociais, apresentando resultados que contribuam por meio da pesquisa”, diz.
“A universidade é o cérebro da sociedade e deve se envolver no desenvolvimento da região, na medida em que se constitui como responsável pela produção de conhecimento”, afirma a coordenadora.
Edição 2013: Para maior integração da sociedade nos processos de geração do conhecimento, a edição de 2013 traz algumas novidades como a abertura para participação de pessoas da comunidade externa como ouvintes. Outra novidade é a apresentação dos temas e trabalhos, abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Ao lado, acompanhe a programação da mostra.
Programação
7 de outubro
13h30min – No CCJ da Uniplac, palestra “Inovação em Saúde” com Elisandréa Sguario, representante da Organização Pan Americana de Saúde - OPAS no Brasil
19horas – No Centro Serra Convention Center, abertura oficial com apresentações culturais e a palestra “A experiência de um pesquisador na Antártica”, com o engenheiro agrônomo doutor Alexandre de Ávila Lerípio.
8 de outubro
9 horas - Auditório do CCJ, palestra “Comunicação: o resgate do ser”, com a doutora Maria Julia Paes, pesquisadora da USP
14 horas - Auditório do CCJ, palestra “Segurança do Paciente, uma visão nacional e internacional”, com o doutor Walter Mendes, pesquisador da UFRJ-ENSP/FIOCRUZ
19 horas - Auditório do CCJ, palestra “Pesquisa e Mercado de Trabalho”, com o professor da UFMG, doutor Marcos Pinotti
20h30min - Auditório do CCJ - “Ética- Um desafio constante”, com Evandro Badin
9 de outubro
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Empreendorismo na Serra, o que a indústria espera da Universidade”, com Graciliano Campos, Diretor Presidente da NovaEr Craft
19horas - Salão de Atos, palestra “Funciones Actuales del Derecho de Daños”, com o doutor Fernando Alfredo Ubiría, Secretário Acadêmico do Curso de Doutorado em Ciências Jurídicas da PUC Argentina.
10 de outubro
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Tecnologia e Inovação na Empresa”, com Felix Polo, gerente de Marketing da Todeschini
19horas - Salão de Atos, palestra “Da dor ao prazer no trabalho docente”, com a doutora Elizabete Barros, pesquisadora da Universidade Federal do Espírito Santo
19horas - Auditório do CCJ, palestra “Eu empreendedor na área da saúde”, com o doutor Alexandre Acosta.
CAPES/CNPq lançam editais de fomento
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgam nesta quinta-feira, 26, as chamadas públicas MCTI/CNPq/MEC/Capes nº 43/2013 e nº 44/2013 e MCTI/CNPq/SECIS/MEC/Capes nº 45/2013 e nº 46/2013.
Humanas e Sociais
A chamada nº 43 tem como objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e para inovação do país nas áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 8 milhões.
Periódicos
Já a chamada nº 44 selecionará propostas para apoio financeiro a projetos que visem incentivar a editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros de alta especialização em todas as áreas de conhecimento de forma a contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do país. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 6 milhões.
Olimpíadas
É objetivo da chamada nº 45 a seleção de propostas para a realização de olimpíadas científicas de âmbito nacional como instrumento de melhoria dos ensinos fundamental e médio, para identificar jovens talentosos que podem ser estimulados a seguir carreira técnico-científicas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 3,46 milhões.
Feiras
Por fim, a chamada nº 46 apoiará projetos que contribuam para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do país, por meio da realização de Feiras de Ciências e Mostras Científicas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 8,9 milhões.
Inscrições e resultados
As propostas das chamadas nº 43, 45 e 46, que cumprirem os requisitos descritos nos editais, deve ser inscritas até 9 de novembro. As propostas para a chamada nº 44 podem ser inscritas até 11 de novembro. A implementação das propostas aprovadas pelas chamadas nº 43, 44 e 45 devem ter início em dezembro de 2013. Já as da chamada nº 46, em novembro do mesmo ano.
A íntegra de todas as chamadas estão disponíveis no site do CNPq.
(CCS/Capes)
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Didática da História e Educação para o patrimônio
Ivo Mattozzi (novaescola@fvc.org.br)
Historiador italiano, é docente de História e Didática de História da Universidade Livre de Bolzano e presidente da Clio '92 - Associação de Professores e Pesquisadores de Didática da História
"A história é feita com documentos" é o que se diz na escola e nas explicações sobre a metodologia historiográfica. Mas esses documentos são reduzidos a citações, referências e imagens em livros de historiadores. A relação entre o conhecimento e os documentos se perde nos livros escolares ou é evocada com imagens paratextuais.
As fontes (objetos materiais, mensagens escritas e orais gravadas, imagens, esculturas, paisagens, arquiteturas e centros urbanos) são, em geral, consideradas bens culturais. Mas todas as coisas, antes de serem usadas para a produção de informação, são coisas em sua origem e, no presente, se tornam vestígios de atividades humanas no passado. Em Nell'Apologia della Storia o Mestiere di Storico, Marc Bloch (1998, p. 44) diz: "O conhecimento de todos os fatos humanos no passado, da maior parte deles no presente, possui como primeira característica a de ser (...) um conhecimento por vestígios. (...) O que queremos dizer, na prática, com documentos, se não um 'vestígio', o que equivale a um sinal perceptível aos sentidos, mas que deixou um fenômeno impossível de ser detectado em si mesmo?".
Se a história é apenas a que está nos livros, os alunos perdem a chance de relacionar o conhecimento histórico aos vestígios graças aos quais tal conhecimento foi gerado e não têm a possibilidade de se dar conta dos procedimentos de produção e uso das fontes. Com isso, não terão oportunidade de aprender a interpretá-los. E, caso tenham a chance de considerar os objetos pelo seu valor artístico ou simbólico, não conseguem conectá-los às atividades historiográficas. Além do mais, não adquirem habilidades para dar sentido aos bens culturais do território em que vivem.
Se quisermos honrar a promessa de utilidade do conhecimento histórico, devemos projetar e implementar processos de ensino para relacionar o conhecimento histórico às coisas consideradas bens culturais e despertar a consciência cívica em relação ao patrimônio cultural.
Como demover os alunos da ideia de que a história é apenas texto? Em primeiro lugar, nós, professores, temos de pensar de forma mais geradora os instrumentos usados para a produção da informação histórica. Independentemente do que se trate, nenhum deles foi produzido para essa função. Tinham outros fins em sua origem (utilitários, estéticos, simbólicos, comunicativos, burocráticos, lúdicos etc.). Foram transmitidos até o presente ou desenterrados e considerados sinais de uma atividade humana que os produziu ou os usou. Mas até que alguém os considere objetos que podem ser usados para produzir informação, eles permanecem inertes, podendo parecer insignificantes ou artefatos simbólicos bonitos.
O que se vê atualmente é que os objetos não têm sido usados para produzir conhecimento na sala de aula. Para transformá-los em objeto de informação, é preciso haver vontade de conhecer as habilidades cognitivas e as práticas. Tanto a vontade como as habilidades devem ser postas em cena de acordo com procedimentos organizados: é necessário formular o tema de conhecimento definindo os limites temporais e espaciais e o ponto de vista. Depois, elaborar as perguntas a serem respondidas por meio das fontes. Esse é o funcionamento mental da tematização, a qual induz e orienta, em princípio, a pesquisa e a identificação dos vestígios úteis e conduz a exploração desses a fim de produzir uma informação. Finalmente, é preciso identificar com base em quais elementos é possível produzir as informações desejadas e adequadas.
A matéria, as dimensões e a forma do objeto, seus sinais e mensagens podem (um por um ou todos juntos) ser a base para a produção de informação. Mas eles são insuficientes: o potencial de cada um aumenta se forem levadas em consideração as informações produzidas e a quantidade de coisas quando elas são relacionadas ao contexto (como um livro em relação a uma biblioteca), às séries (uma série de testamentos) e aos conjuntos (como o grupo de edifícios em um complexo urbano). É o sujeito que faz dos objetos instrumentos de informação. Depois de tê-los explorado para o seu propósito cognitivo, ele deve citá-los como peças de apoio, documentação das afirmações factuais e das hipóteses interpretativas. Isso permite ao leitor verificar e criticar os procedimentos em que as fontes foram usadas.
Os objetos (mesmo os documentos escritos são objetos materiais) podem ser tema de pesquisas. Sinais (mesmo os aparentemente banais) da cultura material, obras de arte, conjuntos e séries de objetos devem ser estudados e colocados no centro do discurso histórico. Dispomos, portanto, de uma infinidade de textos que analisam e interpretam vestígios escritos (manuscritos de qualquer tipo, protocolos notariais, diplomas, tratados, contratos, cartas particulares, livros etc.), utensílios, objetos da vida cotidiana, imagens, edifícios e estruturas paisagísticas a fim de facilitar e tornar segura a transformação deles em instrumentos de informação, ou para estabelecer melhor os projetos de restauração, conservação, musealização ou para compreender sua estrutura e configuração.
Quando usados para a construção de conhecimento sobre o passado, os objetos adquirem valor de patrimônio cultural, que deve ser preservado, protegido e posto em exposição. Por um motivo maior, transformam-se em bens culturais caso tenham sido reconhecidos como produtores de emoções estéticas e investimentos afetivos.
Artigo publicado na Rivista dell'Istruzione, Scuola e Autonomie Locali, ano XXIV (2008), 5, pp. 23-28, com o título Didattica della Storia, Beni Culturali, Educazione al Patrimonio.
Fonte: nova escola
Historiador italiano, é docente de História e Didática de História da Universidade Livre de Bolzano e presidente da Clio '92 - Associação de Professores e Pesquisadores de Didática da História
"A história é feita com documentos" é o que se diz na escola e nas explicações sobre a metodologia historiográfica. Mas esses documentos são reduzidos a citações, referências e imagens em livros de historiadores. A relação entre o conhecimento e os documentos se perde nos livros escolares ou é evocada com imagens paratextuais.
As fontes (objetos materiais, mensagens escritas e orais gravadas, imagens, esculturas, paisagens, arquiteturas e centros urbanos) são, em geral, consideradas bens culturais. Mas todas as coisas, antes de serem usadas para a produção de informação, são coisas em sua origem e, no presente, se tornam vestígios de atividades humanas no passado. Em Nell'Apologia della Storia o Mestiere di Storico, Marc Bloch (1998, p. 44) diz: "O conhecimento de todos os fatos humanos no passado, da maior parte deles no presente, possui como primeira característica a de ser (...) um conhecimento por vestígios. (...) O que queremos dizer, na prática, com documentos, se não um 'vestígio', o que equivale a um sinal perceptível aos sentidos, mas que deixou um fenômeno impossível de ser detectado em si mesmo?".
Se a história é apenas a que está nos livros, os alunos perdem a chance de relacionar o conhecimento histórico aos vestígios graças aos quais tal conhecimento foi gerado e não têm a possibilidade de se dar conta dos procedimentos de produção e uso das fontes. Com isso, não terão oportunidade de aprender a interpretá-los. E, caso tenham a chance de considerar os objetos pelo seu valor artístico ou simbólico, não conseguem conectá-los às atividades historiográficas. Além do mais, não adquirem habilidades para dar sentido aos bens culturais do território em que vivem.
Se quisermos honrar a promessa de utilidade do conhecimento histórico, devemos projetar e implementar processos de ensino para relacionar o conhecimento histórico às coisas consideradas bens culturais e despertar a consciência cívica em relação ao patrimônio cultural.
Como demover os alunos da ideia de que a história é apenas texto? Em primeiro lugar, nós, professores, temos de pensar de forma mais geradora os instrumentos usados para a produção da informação histórica. Independentemente do que se trate, nenhum deles foi produzido para essa função. Tinham outros fins em sua origem (utilitários, estéticos, simbólicos, comunicativos, burocráticos, lúdicos etc.). Foram transmitidos até o presente ou desenterrados e considerados sinais de uma atividade humana que os produziu ou os usou. Mas até que alguém os considere objetos que podem ser usados para produzir informação, eles permanecem inertes, podendo parecer insignificantes ou artefatos simbólicos bonitos.
O que se vê atualmente é que os objetos não têm sido usados para produzir conhecimento na sala de aula. Para transformá-los em objeto de informação, é preciso haver vontade de conhecer as habilidades cognitivas e as práticas. Tanto a vontade como as habilidades devem ser postas em cena de acordo com procedimentos organizados: é necessário formular o tema de conhecimento definindo os limites temporais e espaciais e o ponto de vista. Depois, elaborar as perguntas a serem respondidas por meio das fontes. Esse é o funcionamento mental da tematização, a qual induz e orienta, em princípio, a pesquisa e a identificação dos vestígios úteis e conduz a exploração desses a fim de produzir uma informação. Finalmente, é preciso identificar com base em quais elementos é possível produzir as informações desejadas e adequadas.
A matéria, as dimensões e a forma do objeto, seus sinais e mensagens podem (um por um ou todos juntos) ser a base para a produção de informação. Mas eles são insuficientes: o potencial de cada um aumenta se forem levadas em consideração as informações produzidas e a quantidade de coisas quando elas são relacionadas ao contexto (como um livro em relação a uma biblioteca), às séries (uma série de testamentos) e aos conjuntos (como o grupo de edifícios em um complexo urbano). É o sujeito que faz dos objetos instrumentos de informação. Depois de tê-los explorado para o seu propósito cognitivo, ele deve citá-los como peças de apoio, documentação das afirmações factuais e das hipóteses interpretativas. Isso permite ao leitor verificar e criticar os procedimentos em que as fontes foram usadas.
Os objetos (mesmo os documentos escritos são objetos materiais) podem ser tema de pesquisas. Sinais (mesmo os aparentemente banais) da cultura material, obras de arte, conjuntos e séries de objetos devem ser estudados e colocados no centro do discurso histórico. Dispomos, portanto, de uma infinidade de textos que analisam e interpretam vestígios escritos (manuscritos de qualquer tipo, protocolos notariais, diplomas, tratados, contratos, cartas particulares, livros etc.), utensílios, objetos da vida cotidiana, imagens, edifícios e estruturas paisagísticas a fim de facilitar e tornar segura a transformação deles em instrumentos de informação, ou para estabelecer melhor os projetos de restauração, conservação, musealização ou para compreender sua estrutura e configuração.
Quando usados para a construção de conhecimento sobre o passado, os objetos adquirem valor de patrimônio cultural, que deve ser preservado, protegido e posto em exposição. Por um motivo maior, transformam-se em bens culturais caso tenham sido reconhecidos como produtores de emoções estéticas e investimentos afetivos.
Artigo publicado na Rivista dell'Istruzione, Scuola e Autonomie Locali, ano XXIV (2008), 5, pp. 23-28, com o título Didattica della Storia, Beni Culturali, Educazione al Patrimonio.
Fonte: nova escola
Las duras consecuencias del bullying
Por Juan Carlos Lezcano F.
El maltrato producido entre niños en edad escolar, o bullying, es una amenaza que crece a pasos acelerados en Latinoamérica. Profesionales advierten sobre las graves consecuencias emocionales a las que pueden llegar.
ABC Color/Assunción
Días atrás, una historia publicada por el portal de la CNN en español conmovió a miles de cibernautas. Un niño estadounidense de ochos años escribió una carta a Santa Clauss, adelantando los pedidos para la Navidad. Lejos de pedir algún regalo para él, el pequeño solicitaba a San Nicolás que se terminaran las bromas pesadas a las que su hermana melliza era sometida en la escuela. Esta situación sirvió como punto de alerta sobre las graves consecuencias que puede provocar el bullying u hostigamiento escolar, no solo en quienes son víctimas sino en su entorno.
VIOLENCIA ENTRE ESCOLARES
El bullying, explica a ABC Color la Lic. Nunila María Basualdo, es un maltrato psicológico, verbal o físico, producido entre escolares de forma reiterada a lo largo de un tiempo.
El tipo de violencia dominante es la emocional ya que se manifiesta en forma de silencios, indiferencias y burlas. Cuando los casos se dan entre adultos y en un ambiente laboral, es conocido como mobbing.
Muchas veces parecen ser simples bromas entre compañeros de un mismo grado, sin embargo detrás de lo que parece un juego normal puede estar escondida una gran crueldad.
UNA REALIDAD CERCANA
Parecería ser una realidad muy lejana a la sociedad paraguaya o exclusiva de los grandes países, sin embargo América Latina es la región con los niveles más altos de bullying. Un estudio publicado por la Unesco en 2011 señala que el 51 por ciento de los estudiantes de sexto grado de primaria había sido acosado por sus compañeros.
Basualdo señala que la mayoría de las veces, las víctimas del bullying son niños que no disponen de recursos o habilidades para reaccionar, son poco sociables, sensibles y frágiles, suelen ser niños tranquilos, buenos, que no reaccionan con violencia, solitarios. Muchas veces tienen alguna discapacidad física o psíquica.
“Es un niño sobreprotegido por su familia que no ha tenido la oportunidad de aprender a reaccionar ante situaciones de violencia puntual”, agrega la profesional.
Aunque podría parecer que quienes someten a sus pequeños compañeros a este hostigamiento lo hacen con malicia, Basualdo manifiesta que muchas veces estos niños también atraviesan por otros tipos de situaciones traumáticas.
“Proviene de una familia desestructurada, donde hay violencia intrafamiliar o que está atravesando una situación estresante, como un divorcio, la muerte de uno de los progenitores o un familiar muy querido. Padres con estilos educativos inadecuados”, puntualiza.
Agrega que los abusadores suelen ser niños o niñas fuertes físicamente, impulsivos, desafiantes y agresivos, con comportamientos antisociales tempranos. “Presentan escasa empatía o incapacidad para percibir el dolor ajeno, son egocéntricos entre otras características”, agrega.
Si bien las causas son múltiples y complejas, la falta de amor y comunicación en el hogar del acosador o los modelos violentos de la familia pueden ser algunos de los factores disparadores.
EFECTOS Y SIGNOS DE ATENCIÓN
El acoso podría traer como consecuencia tristeza, ansiedad, depresión, sentimiento de culpabilidad, pánico, baja autoestima (puede ser causa y efecto), bajo rendimiento escolar, inseguridad, aislamiento social, síndrome de estrés pos traumático, ira e insomnio.
En casos extremos, podría llegar al suicidio.
Basualdo señala que los padres deben estar alertas ante cambios en el estado de ánimo sin una causa aparente. Cuando los chicos se niegan a ir a la escuela, cambian su comportamiento o presentan moretones o heridas frecuentes.
MEDIDAS RECOMENDADAS
La profesional manifiesta que en caso de que los padres noten algunos de los signos de alerta, deben poner inmediatamente en conocimiento de la institución educativa para realizar una intervención en la situación y mantener el contacto para seguir la evolución del plan de acción.
“Es muy importante que niños/as que están sufriendo maltrato sepan que cuentan con la confianza y el apoyo de su familia. Reforzar su autoestima. Proponerle actividades fuera de la escuela con las que pueda crear un nuevo círculo de amigos que refuercen su autoestima y le ayuden a salir de la situación”, asevera.
“Recalcar la importancia de la comunicación familiar, para que el niño/a o joven tenga la suficiente confianza para referir lo que está ocurriendo y pueda buscarse la solución a la situación”, finalizó.
La lucha contra un mal que afecta a miles de niños apenas está comenzando, pero existe una esperanza para evitar las graves consecuencias que el bullying puede llegar a provocar.
El maltrato producido entre niños en edad escolar, o bullying, es una amenaza que crece a pasos acelerados en Latinoamérica. Profesionales advierten sobre las graves consecuencias emocionales a las que pueden llegar.
ABC Color/Assunción
Días atrás, una historia publicada por el portal de la CNN en español conmovió a miles de cibernautas. Un niño estadounidense de ochos años escribió una carta a Santa Clauss, adelantando los pedidos para la Navidad. Lejos de pedir algún regalo para él, el pequeño solicitaba a San Nicolás que se terminaran las bromas pesadas a las que su hermana melliza era sometida en la escuela. Esta situación sirvió como punto de alerta sobre las graves consecuencias que puede provocar el bullying u hostigamiento escolar, no solo en quienes son víctimas sino en su entorno.
VIOLENCIA ENTRE ESCOLARES
El bullying, explica a ABC Color la Lic. Nunila María Basualdo, es un maltrato psicológico, verbal o físico, producido entre escolares de forma reiterada a lo largo de un tiempo.
El tipo de violencia dominante es la emocional ya que se manifiesta en forma de silencios, indiferencias y burlas. Cuando los casos se dan entre adultos y en un ambiente laboral, es conocido como mobbing.
Muchas veces parecen ser simples bromas entre compañeros de un mismo grado, sin embargo detrás de lo que parece un juego normal puede estar escondida una gran crueldad.
UNA REALIDAD CERCANA
Parecería ser una realidad muy lejana a la sociedad paraguaya o exclusiva de los grandes países, sin embargo América Latina es la región con los niveles más altos de bullying. Un estudio publicado por la Unesco en 2011 señala que el 51 por ciento de los estudiantes de sexto grado de primaria había sido acosado por sus compañeros.
Basualdo señala que la mayoría de las veces, las víctimas del bullying son niños que no disponen de recursos o habilidades para reaccionar, son poco sociables, sensibles y frágiles, suelen ser niños tranquilos, buenos, que no reaccionan con violencia, solitarios. Muchas veces tienen alguna discapacidad física o psíquica.
“Es un niño sobreprotegido por su familia que no ha tenido la oportunidad de aprender a reaccionar ante situaciones de violencia puntual”, agrega la profesional.
Aunque podría parecer que quienes someten a sus pequeños compañeros a este hostigamiento lo hacen con malicia, Basualdo manifiesta que muchas veces estos niños también atraviesan por otros tipos de situaciones traumáticas.
“Proviene de una familia desestructurada, donde hay violencia intrafamiliar o que está atravesando una situación estresante, como un divorcio, la muerte de uno de los progenitores o un familiar muy querido. Padres con estilos educativos inadecuados”, puntualiza.
Agrega que los abusadores suelen ser niños o niñas fuertes físicamente, impulsivos, desafiantes y agresivos, con comportamientos antisociales tempranos. “Presentan escasa empatía o incapacidad para percibir el dolor ajeno, son egocéntricos entre otras características”, agrega.
Si bien las causas son múltiples y complejas, la falta de amor y comunicación en el hogar del acosador o los modelos violentos de la familia pueden ser algunos de los factores disparadores.
EFECTOS Y SIGNOS DE ATENCIÓN
El acoso podría traer como consecuencia tristeza, ansiedad, depresión, sentimiento de culpabilidad, pánico, baja autoestima (puede ser causa y efecto), bajo rendimiento escolar, inseguridad, aislamiento social, síndrome de estrés pos traumático, ira e insomnio.
En casos extremos, podría llegar al suicidio.
Basualdo señala que los padres deben estar alertas ante cambios en el estado de ánimo sin una causa aparente. Cuando los chicos se niegan a ir a la escuela, cambian su comportamiento o presentan moretones o heridas frecuentes.
MEDIDAS RECOMENDADAS
La profesional manifiesta que en caso de que los padres noten algunos de los signos de alerta, deben poner inmediatamente en conocimiento de la institución educativa para realizar una intervención en la situación y mantener el contacto para seguir la evolución del plan de acción.
“Es muy importante que niños/as que están sufriendo maltrato sepan que cuentan con la confianza y el apoyo de su familia. Reforzar su autoestima. Proponerle actividades fuera de la escuela con las que pueda crear un nuevo círculo de amigos que refuercen su autoestima y le ayuden a salir de la situación”, asevera.
“Recalcar la importancia de la comunicación familiar, para que el niño/a o joven tenga la suficiente confianza para referir lo que está ocurriendo y pueda buscarse la solución a la situación”, finalizó.
La lucha contra un mal que afecta a miles de niños apenas está comenzando, pero existe una esperanza para evitar las graves consecuencias que el bullying puede llegar a provocar.
Curso de Extensão à distância na UNIPLAC com enfoque na cultura da região
Curso busca instrumentar seus participantes para a valorização da cultura regional
Com o tema “Cultura Regional”, é divulgado mais um projeto de extensão da Universidade do Planalto Catarinense, com a novidade de ser disponibilizado totalmente on-line. Trata-se do curso “Cultura Regional em um Contexto Pedagógico”, organizado com foco em educadores e educandos da região.
Objetivando instrumentar seus participantes através de inovações tecnológicas, e bem como incentivar a valorização da cultura local através de temas norteadores, o curso ocorre entre os dias 24 de outubro e 07 de novembro, contando com certificação total de 30 horas.
O público alvo do curso são professores do sistema municipal, estadual e particular, além de alunos das licenciaturas.
As inscrições já iniciaram e devem ser realizadas até o dia 18 de outubro através do SGE – Sistema de Gerenciamento de Eventos da UNIPLAC pelo link: http://www.uniplac.net/sge/. O valor das inscrições é de R$ 30,00.
Mais informações:
Setor EaD UNIPLAC: (49) 3251.1069
e-mail: marilcess@yahoo.com.br
Com o tema “Cultura Regional”, é divulgado mais um projeto de extensão da Universidade do Planalto Catarinense, com a novidade de ser disponibilizado totalmente on-line. Trata-se do curso “Cultura Regional em um Contexto Pedagógico”, organizado com foco em educadores e educandos da região.
Objetivando instrumentar seus participantes através de inovações tecnológicas, e bem como incentivar a valorização da cultura local através de temas norteadores, o curso ocorre entre os dias 24 de outubro e 07 de novembro, contando com certificação total de 30 horas.
O público alvo do curso são professores do sistema municipal, estadual e particular, além de alunos das licenciaturas.
As inscrições já iniciaram e devem ser realizadas até o dia 18 de outubro através do SGE – Sistema de Gerenciamento de Eventos da UNIPLAC pelo link: http://www.uniplac.net/sge/. O valor das inscrições é de R$ 30,00.
Mais informações:
Setor EaD UNIPLAC: (49) 3251.1069
e-mail: marilcess@yahoo.com.br
UNIPLAC participa de fórum de ensino estadual
Evento que acontece na Unochapecó reúne as 16 instituições que integram o Sistema Acafe
Iniciou nesta quarta-feira, 25 de setembro, o IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Acafe. O evento reúne as 16 instituições que fazem parte da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). Com o tema "O marco das universidades comunitárias no desenvolvimento do Estado de Santa Catarina" são realizadas conferências, painéis e mesas redondas que oportunizam a troca de experiências entre as universidades. Juntamente com o Fórum da Acafe, ocorre o IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó.
A solenidade de abertura teve início às 19h no Salão de Atos da Unochapecó, com a conferência sobre “Universidades brasileiras: novos paradigmas institucionais emergentes ministradas pelo doutor Ricardo Rossato, professor da Faculdade Palotina de Santa Maria/RS. Em sua fala o professor abordou as tendências e as perspectivas de mudanças das universidades brasileiras.
Para o presidente da Acafe Mario César dos Santos, o fórum abre perspectivas para cada uma das instituições mostrar através dos folders, das falas e dos debates o que tem feito na atividade não só acadêmica mas também comunitária e que progressos tem alcançados nesse relacionamento. “Tudo isso é analisado nesse grande fórum e dessa forma faz com que uma instituição possa servir de modelo para a outra”, expõem Santos. A vice-reitora de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó, professora Maria Aparecida Caovilla, comenta que “é uma satisfação para a universidade receber o Fórum da Acafe, o qual proporciona um momento de integração entre as instituições”.
Na quinta-feira pela manhã realizou-se conferências sobre a participação das Instituições de Ensino Superior Comunitárias de Santa Catarina no Conae/2014 e sobre perspectivas e desafios da década das universidades comunitárias. A tarde um painel sobre “Ética e ciência na educação superior” e também o encontro das editoras que integram o Sistema Acafe. Às 18h aconteceu o lançamento de livros e na ocasião houve sessão de autógrafos com alguns dos autores.
Nesta sexta-feira pela manhã, estão previstas conferências sobre “O PNPG e a interiorização da pós-graduação” e “Os desafios da educação no século XXI”. Para a tarde haverá apresentações orais e intervenções culturais.
A UNIPLAC está presente no Fórum com a presença de técnicos, professores e acadêmicos, com a apresentação de nove trabalhos, três em cada área: ensino, pesquisa e extensão.
ASSEMBLEIA ACAFE
Juntamente com o Fórum realizou-se na quarta-feira, a Assembleia da Acafe, reunindo todos os reitores das universidades que integram o Sistema. Na reunião foram debatidos pontos que tratam sobre os projetos de lei e medidas provisórias que dizem respeito ao ensino e às universidades comunitárias, além de debater a relação das instituições com o governo. Tratou-se ainda sobre aspectos internos da Acafe, como o edital de mobilidade acadêmica e fatores voltados a bolsas de estudos.
Publicado em 27/09/2013 por Assessoria de Comunicação Social.
Iniciou nesta quarta-feira, 25 de setembro, o IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Acafe. O evento reúne as 16 instituições que fazem parte da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). Com o tema "O marco das universidades comunitárias no desenvolvimento do Estado de Santa Catarina" são realizadas conferências, painéis e mesas redondas que oportunizam a troca de experiências entre as universidades. Juntamente com o Fórum da Acafe, ocorre o IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó.
A solenidade de abertura teve início às 19h no Salão de Atos da Unochapecó, com a conferência sobre “Universidades brasileiras: novos paradigmas institucionais emergentes ministradas pelo doutor Ricardo Rossato, professor da Faculdade Palotina de Santa Maria/RS. Em sua fala o professor abordou as tendências e as perspectivas de mudanças das universidades brasileiras.
Para o presidente da Acafe Mario César dos Santos, o fórum abre perspectivas para cada uma das instituições mostrar através dos folders, das falas e dos debates o que tem feito na atividade não só acadêmica mas também comunitária e que progressos tem alcançados nesse relacionamento. “Tudo isso é analisado nesse grande fórum e dessa forma faz com que uma instituição possa servir de modelo para a outra”, expõem Santos. A vice-reitora de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó, professora Maria Aparecida Caovilla, comenta que “é uma satisfação para a universidade receber o Fórum da Acafe, o qual proporciona um momento de integração entre as instituições”.
Na quinta-feira pela manhã realizou-se conferências sobre a participação das Instituições de Ensino Superior Comunitárias de Santa Catarina no Conae/2014 e sobre perspectivas e desafios da década das universidades comunitárias. A tarde um painel sobre “Ética e ciência na educação superior” e também o encontro das editoras que integram o Sistema Acafe. Às 18h aconteceu o lançamento de livros e na ocasião houve sessão de autógrafos com alguns dos autores.
Nesta sexta-feira pela manhã, estão previstas conferências sobre “O PNPG e a interiorização da pós-graduação” e “Os desafios da educação no século XXI”. Para a tarde haverá apresentações orais e intervenções culturais.
A UNIPLAC está presente no Fórum com a presença de técnicos, professores e acadêmicos, com a apresentação de nove trabalhos, três em cada área: ensino, pesquisa e extensão.
ASSEMBLEIA ACAFE
Juntamente com o Fórum realizou-se na quarta-feira, a Assembleia da Acafe, reunindo todos os reitores das universidades que integram o Sistema. Na reunião foram debatidos pontos que tratam sobre os projetos de lei e medidas provisórias que dizem respeito ao ensino e às universidades comunitárias, além de debater a relação das instituições com o governo. Tratou-se ainda sobre aspectos internos da Acafe, como o edital de mobilidade acadêmica e fatores voltados a bolsas de estudos.
Publicado em 27/09/2013 por Assessoria de Comunicação Social.
4 práticas que levam alunos a aprender com alegria
O modelo de sala de aula tradicional já não funciona bem. Vivemos em um período de transição, onde muitos professores sentem dificuldade em atender às necessidades da nova geração. De forma mais clara, estamos mudando de um modelo centralizador para um modelo colaborativo de ensino. Os erros passam a ser um caminho para o acerto, e não o determinante entre o sucesso e o fracasso. A padronização do ensino é derrubada para dar espaço à personalização. Valorizaremos competências novas nos alunos, como o pensamento crítico, a empatia, a comunicação, a liderança, a ética, entre outras que são mundialmente conhecidas como competências do século 21.
O computador com um bom sistema educacional é uma ótima ferramenta para transformar a sala de aula em um verdadeiro antro da aprendizagem. Porém, existem outros meios de inovar e que podem ser feitos sem o uso do computador. Usando a gamificação, podemos implementar essas grandes mudanças na educação que tanto queremos ao mesmo tempo que motivamos os alunos.
Gamificação é um termo que começou a ganhar popularidade em 2010, mas que já é usado de diversas formas há vários anos. Trata-se da utilização de elementos e técnicas de jogos em contextos que não são jogos, com a finalidade de aumentar a motivação das pessoas envolvidas e resolver os problemas desse contexto. Evitem confundir jogos educacionais com gamificação. Introduções feitas, vamos ao que interessa.
Dica 1: Transforme as notas em conquistas
Notas são escalas que não dizem por si só se um aluno é ou não proficiente no assunto. Pode-se argumentar que uma média 7 delimita a aprovação e a caracterização da proficiência. Mas isso abre portas à interpretação de que a nota 6,5 é uma "quase proficiência”. Não queremos que os nossos alunos busquem uma nota, queremos que eles busquem a proficiência em si. A conquista dessa proficiência pode ser representada por uma medalha, carimbo ou estrela. O professor determina as conquistas a serem alcançadas e fornece instruções sobre como fazê-las, o que pode chamar de missões. Cada conquista deve ser atingível com atividades curtas.
Por exemplo, fazer uma lista de exercícios sobre o Tiradentes na aula de história pode ser a missão que tem como recompensa a medalha "Inconfidência Mineira”. Para conquistar a medalha "Movimentos Emancipacionistas”, o aluno deve conseguir um conjunto de medalhas, como a já falada da "Inconfidência Mineira”, ou da "Revolução Pernambucana”, entre outras. O professor seria o juiz que entrega os prêmios, mas pode até delegar a responsabilidade a alunos que conquistarem o direito. As conquistas, na verdade, devem coexistir com as notas tradicionais, mas são apresentadas no lugar das notas como uma forma mais motivadora de estudar.
Dica 2: Abra espaço para colaboração
O momento em que estamos fazendo uma prova é de pura concentração. É comum observar os estudantes comentando e compartilhando as respostas ao final da prova. Lamentamos cada erro cometido e desejamos voltar no tempo para corrigir – é, também fomos estudantes um dia.
Acontece que aprender com os erros é uma excelente prática. Não desperdicem este momento, professores. Façam o seguinte: cada aluno assina sua prova com um código que só ele e o professor conhecem. Realizada a avaliação, o professor corrige, mas marca nas provas apenas o número de erros e de acertos. Em outro momento, devolve as provas aos seus alunos, mas não para o dono. Nessa hora, cada um tem a chance de aumentar a nota de algum colega, identificando e corrigindo os erros. As regras sobre o peso da correção, a forma de correção, são determinadas pelo professor. Uma terceira chance da mesma atividade pode ser realizada, caso o professor queira. Imaginem só a alegria dos alunos em conseguir notas melhores ao mesmo tempo em que aprendem melhor sobre o assunto estudado!
Dica 3: Valorize competências e conhecimento no lugar de informação
Estudantes precisam muito mais de conhecimento do que de informação. A informação está disponível gratuitamente para qualquer pessoa com acesso à Internet. Assim, evitem passar para os alunos trabalhos que podem ser feitos com uma simples busca no Google. Para isso, tente envolver alguma das competências do século 21. A lista completa dessas competências pode ser encontrada em matéria do Porvir.
Por exemplo, em uma aula de geometria, o professor pode pedir aos alunos que construam, em grupo, alguma peça em madeira que use os conceitos aprendidos em classe. Ou que os alunos de história montem grupos e desafiem outros grupos com perguntas sobre o assunto estudado. Uma simples tarefa de pesquisa tem muito mais valor quando se limita o tamanho dos textos a serem entregues, obrigando o aluno a ler e entender sobre o assunto, para então conseguir resumi-lo.
Dica 4: Iintroduza o elemento surpresa na aula
É certo pensar que as regras para aprovação em uma sala de aula devem ser claras e iguais a todos. Porém, o professor, como educador, pode modelar o sistema com o objetivo de melhorar a motivação e o aprendizado dos seus alunos, desde que não prejudique ninguém com essas surpresas. O sentimento de que, a qualquer momento, dependendo da sorte, podemos ser recompensados de alguma forma, faz qualquer ser humano ficar mais atento no seu ambiente. Esse elemento de surpresa e sorte pode parecer completamente aleatório para o estudante, mas não precisa ser tão aleatório na perspectiva do professor. Ninguém precisa saber que o professor deu uma mãozinha ao aluno que ele acha que precisa de mais motivação, não é verdade? Vejam alguns exemplos:
Chocolate surpresa: Fim de aula, o professor sorteia um aluno. Esse aluno ganha um papel com uma pergunta escrita. Caso responda a essa pergunta na hora, ele ganhará dois chocolates. Se levar para casa e devolver respondida, ganha apenas um chocolate.
Convidado Especial: Levar um convidado especial para ajudar na aula. Pode ser um engenheiro civil falando sobre como a matemática é usada no seu trabalho diário. Ou levando um cachorro de estimação para ilustrar a aula de biologia dos mamíferos.
Obviamente, não há respostas fáceis ou simples para os desafios que a educação enfrenta. A única certeza, porém, é que precisamos enfrentá-los de mente aberta, sempre prontos a tentar algo novo e aprender rapidamente. Essas dicas vão nesse sentido.
http://porvir.org/porfazer/4-praticas-levam-alunos-aprender-aleg ria/20130923
O computador com um bom sistema educacional é uma ótima ferramenta para transformar a sala de aula em um verdadeiro antro da aprendizagem. Porém, existem outros meios de inovar e que podem ser feitos sem o uso do computador. Usando a gamificação, podemos implementar essas grandes mudanças na educação que tanto queremos ao mesmo tempo que motivamos os alunos.
Gamificação é um termo que começou a ganhar popularidade em 2010, mas que já é usado de diversas formas há vários anos. Trata-se da utilização de elementos e técnicas de jogos em contextos que não são jogos, com a finalidade de aumentar a motivação das pessoas envolvidas e resolver os problemas desse contexto. Evitem confundir jogos educacionais com gamificação. Introduções feitas, vamos ao que interessa.
Dica 1: Transforme as notas em conquistas
Notas são escalas que não dizem por si só se um aluno é ou não proficiente no assunto. Pode-se argumentar que uma média 7 delimita a aprovação e a caracterização da proficiência. Mas isso abre portas à interpretação de que a nota 6,5 é uma "quase proficiência”. Não queremos que os nossos alunos busquem uma nota, queremos que eles busquem a proficiência em si. A conquista dessa proficiência pode ser representada por uma medalha, carimbo ou estrela. O professor determina as conquistas a serem alcançadas e fornece instruções sobre como fazê-las, o que pode chamar de missões. Cada conquista deve ser atingível com atividades curtas.
Por exemplo, fazer uma lista de exercícios sobre o Tiradentes na aula de história pode ser a missão que tem como recompensa a medalha "Inconfidência Mineira”. Para conquistar a medalha "Movimentos Emancipacionistas”, o aluno deve conseguir um conjunto de medalhas, como a já falada da "Inconfidência Mineira”, ou da "Revolução Pernambucana”, entre outras. O professor seria o juiz que entrega os prêmios, mas pode até delegar a responsabilidade a alunos que conquistarem o direito. As conquistas, na verdade, devem coexistir com as notas tradicionais, mas são apresentadas no lugar das notas como uma forma mais motivadora de estudar.
Dica 2: Abra espaço para colaboração
O momento em que estamos fazendo uma prova é de pura concentração. É comum observar os estudantes comentando e compartilhando as respostas ao final da prova. Lamentamos cada erro cometido e desejamos voltar no tempo para corrigir – é, também fomos estudantes um dia.
Acontece que aprender com os erros é uma excelente prática. Não desperdicem este momento, professores. Façam o seguinte: cada aluno assina sua prova com um código que só ele e o professor conhecem. Realizada a avaliação, o professor corrige, mas marca nas provas apenas o número de erros e de acertos. Em outro momento, devolve as provas aos seus alunos, mas não para o dono. Nessa hora, cada um tem a chance de aumentar a nota de algum colega, identificando e corrigindo os erros. As regras sobre o peso da correção, a forma de correção, são determinadas pelo professor. Uma terceira chance da mesma atividade pode ser realizada, caso o professor queira. Imaginem só a alegria dos alunos em conseguir notas melhores ao mesmo tempo em que aprendem melhor sobre o assunto estudado!
Dica 3: Valorize competências e conhecimento no lugar de informação
Estudantes precisam muito mais de conhecimento do que de informação. A informação está disponível gratuitamente para qualquer pessoa com acesso à Internet. Assim, evitem passar para os alunos trabalhos que podem ser feitos com uma simples busca no Google. Para isso, tente envolver alguma das competências do século 21. A lista completa dessas competências pode ser encontrada em matéria do Porvir.
Por exemplo, em uma aula de geometria, o professor pode pedir aos alunos que construam, em grupo, alguma peça em madeira que use os conceitos aprendidos em classe. Ou que os alunos de história montem grupos e desafiem outros grupos com perguntas sobre o assunto estudado. Uma simples tarefa de pesquisa tem muito mais valor quando se limita o tamanho dos textos a serem entregues, obrigando o aluno a ler e entender sobre o assunto, para então conseguir resumi-lo.
Dica 4: Iintroduza o elemento surpresa na aula
É certo pensar que as regras para aprovação em uma sala de aula devem ser claras e iguais a todos. Porém, o professor, como educador, pode modelar o sistema com o objetivo de melhorar a motivação e o aprendizado dos seus alunos, desde que não prejudique ninguém com essas surpresas. O sentimento de que, a qualquer momento, dependendo da sorte, podemos ser recompensados de alguma forma, faz qualquer ser humano ficar mais atento no seu ambiente. Esse elemento de surpresa e sorte pode parecer completamente aleatório para o estudante, mas não precisa ser tão aleatório na perspectiva do professor. Ninguém precisa saber que o professor deu uma mãozinha ao aluno que ele acha que precisa de mais motivação, não é verdade? Vejam alguns exemplos:
Chocolate surpresa: Fim de aula, o professor sorteia um aluno. Esse aluno ganha um papel com uma pergunta escrita. Caso responda a essa pergunta na hora, ele ganhará dois chocolates. Se levar para casa e devolver respondida, ganha apenas um chocolate.
Convidado Especial: Levar um convidado especial para ajudar na aula. Pode ser um engenheiro civil falando sobre como a matemática é usada no seu trabalho diário. Ou levando um cachorro de estimação para ilustrar a aula de biologia dos mamíferos.
Obviamente, não há respostas fáceis ou simples para os desafios que a educação enfrenta. A única certeza, porém, é que precisamos enfrentá-los de mente aberta, sempre prontos a tentar algo novo e aprender rapidamente. Essas dicas vão nesse sentido.
http://porvir.org/porfazer/4-praticas-levam-alunos-aprender-aleg ria/20130923
LIVROS DIDÁTICOS SEGUIRÃO MATRIZES CURRICULARES DO ENEM A PARTIR DE 2015
A reforma do ensino médio nos moldes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já começou antes mesmo da reestruturação do currículo. A partir de 2015, os livros didáticos das redes públicas serão interligados dentro das quatro áreas de conhecimento propostas pela prova. "Não significa o fim do livro didático por disciplina, mas cada matéria terá de dialogar com outras", explica o secretário de educação básica do Ministério da Educação (MEC), Romeu Caputo.
O edital dos livros didáticos para 2015 exige que as disciplinas de Química, Física e Biologia, por exemplo, estejam interligadas e atendam a requisitos mínimos comuns das Ciências da Natureza. Pela primeira vez, o documento prevê que as editoras apresentem obras com complementos digitais - e-books, jogos e aplicativos. Os próximos editais devem seguir esse mesmo formato, segundo o MEC.
Uma comissão de avaliadores em 12 universidades federais analisa se os livros apresentados em agosto por editoras de todo o País atendem a esses critérios. Até junho de 2014, um guia de obras recomendadas pelo governo federal deve ser enviado às escolas públicas.
Essa mudança faz parte do projeto do MEC para redefinir todo o currículo do ensino básico - fundamental e médio - em um formato interdisciplinar semelhante ao Enem. "A mudança faz parte do que chamamos de Base Nacional Comum do Currículo. Converge avaliação, formação dos professores e produção de material", diz Caputo.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa, diz que o modelo curricular do Brasil é historicamente determinado pelos vestibulares. "Antes, poucas escolas tinham acesso a essas informações. Com o Enem e suas áreas definidas, todo mundo está conhecendo as matrizes de habilidades e competências, especialmente as escolas públicas."
Especialistas, porém, temem a adoção de obras nesse modelo sem a preparação dos professores. "Uma coisa é produzir o material, outra é ser usado com qualidade", diz Paula Louzano, doutora em Educação pela Universidade de Harvard. Para João Roberto Moreira Alves, presidente do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação, a formação dos professores, se iniciada hoje, só alcançaria maturidade em 4 anos.
Para alunos e pais das redes públicas, os novos livros só representarão uma mudança no formato do ensino médio quando o material didático for efetivamente usado na sala de aula. "Hoje o livro é pouco usado porque os professores levam os materiais deles e os alunos não querem carregar tanto peso à toa", afirma Daniela Machado, de 17 anos, que cursa o 2.º ano do ensino médio na Escola Estadual Ibrahim Nobre, na zona sul de São Paulo.
http://www.estadao.com.br/
O edital dos livros didáticos para 2015 exige que as disciplinas de Química, Física e Biologia, por exemplo, estejam interligadas e atendam a requisitos mínimos comuns das Ciências da Natureza. Pela primeira vez, o documento prevê que as editoras apresentem obras com complementos digitais - e-books, jogos e aplicativos. Os próximos editais devem seguir esse mesmo formato, segundo o MEC.
Uma comissão de avaliadores em 12 universidades federais analisa se os livros apresentados em agosto por editoras de todo o País atendem a esses critérios. Até junho de 2014, um guia de obras recomendadas pelo governo federal deve ser enviado às escolas públicas.
Essa mudança faz parte do projeto do MEC para redefinir todo o currículo do ensino básico - fundamental e médio - em um formato interdisciplinar semelhante ao Enem. "A mudança faz parte do que chamamos de Base Nacional Comum do Currículo. Converge avaliação, formação dos professores e produção de material", diz Caputo.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa, diz que o modelo curricular do Brasil é historicamente determinado pelos vestibulares. "Antes, poucas escolas tinham acesso a essas informações. Com o Enem e suas áreas definidas, todo mundo está conhecendo as matrizes de habilidades e competências, especialmente as escolas públicas."
Especialistas, porém, temem a adoção de obras nesse modelo sem a preparação dos professores. "Uma coisa é produzir o material, outra é ser usado com qualidade", diz Paula Louzano, doutora em Educação pela Universidade de Harvard. Para João Roberto Moreira Alves, presidente do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação, a formação dos professores, se iniciada hoje, só alcançaria maturidade em 4 anos.
Para alunos e pais das redes públicas, os novos livros só representarão uma mudança no formato do ensino médio quando o material didático for efetivamente usado na sala de aula. "Hoje o livro é pouco usado porque os professores levam os materiais deles e os alunos não querem carregar tanto peso à toa", afirma Daniela Machado, de 17 anos, que cursa o 2.º ano do ensino médio na Escola Estadual Ibrahim Nobre, na zona sul de São Paulo.
http://www.estadao.com.br/
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
UNIPLAC presente em Fórum da Acafe
A ser realizado entre os dias 25 e 27 de setembro na cidade de Chapecó, o IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Acafe: "o Marco das Universidades Comunitárias no Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina" é um evento que congrega as práticas de ensino, pesquisa e extensão das universidades fundacionais do Estado de Santa Catarina, por intermédio de apresentações de trabalhos (comunicações orais e pôsteres) desenvolvidos por professores-pesquisadores e acadêmicos, visando a troca de experiências e a geração de conhecimento.
A UNIPLAC estará presente no evento, apresentando nove trabalhos, sendo três de cada área do fórum, ensino, pesquisa e extensão, conforme a regra do evento.
O público alvo do evento são professores, pesquisadores e acadêmicos na qualidade de apresentadores nas comunicações orais ou em formatos de pôsteres, bem como professores e acadêmicos dos diversos cursos e níveis na qualidade de expectadores.
O IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão é uma realização do Sistema Acafe e é organizado pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O evento é realizado nos turnos matutino, vespertino e noturno, tendo como local o Salão de Atos da Universidade.
A UNIPLAC estará presente no evento, apresentando nove trabalhos, sendo três de cada área do fórum, ensino, pesquisa e extensão, conforme a regra do evento.
O público alvo do evento são professores, pesquisadores e acadêmicos na qualidade de apresentadores nas comunicações orais ou em formatos de pôsteres, bem como professores e acadêmicos dos diversos cursos e níveis na qualidade de expectadores.
O IV Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão é uma realização do Sistema Acafe e é organizado pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O evento é realizado nos turnos matutino, vespertino e noturno, tendo como local o Salão de Atos da Universidade.
Afinidade com a linha pedagógica é critério central para escolha da escola
Afinidade com a linha pedagógica é critério central para escolha da escola
Na visita a uma escola, além de conhecer a infraestrutura, os pais precisam verificar se a instituição está alinhada aos princípios e às expectativas da família.
Um caminho é descobrir qual é o modelo de ensino adotado pela escola --que indica qual é o conceito de aprendizagem e como o aluno é entendido no processo.
Nesta página, são apresentados alguns desses modelos e dicas para avaliar se estão de acordo com o que se busca para a criança.
Vale lembrar que, na prática, é possível encontrar mais de um princípio em uma mesma escola --nesses casos, é importante ficar atento ao modelo que prevalece.
"É preciso que os pais tenham muito claro o que esperam da escola na hora da escolha", orienta a pedagoga Sueli Pecci.
EMPIRISTA/TRADICIONAL
É o modelo educacional mais conhecido. O aprendizado acontece de fora para dentro, com o aluno recebendo do professor o conteúdo sistematizado pela escola.
As aulas são controladas e os conteúdos são divididos em blocos, que vão do mais fácil para o mais difícil. É comum o uso de apostilas. As avaliações ocorrem principalmente por meio de provas.
Como identificar:
Prevalece a aula expositiva, que acontece em salas silenciosas com os alunos sob controle do professor
Com quem combina:
Pais que valorizam bom comportamento e se preocupam com o conteúdo
DEMOCRÁTICA
Os alunos podem decidir o que e como querem aprender. Em assembleias, estudantes, professores, funcionários e pais definem as regras e a organização do cotidiano escolar.
A relação com o conhecimento e seus conteúdos se dá por meio de projetos e em grupos de pesquisa, o que visa estimular a vontade de aprender. Não há provas, mas autoavaliações. individuais
Como identificar:
Os alunos são livres para escolher suas atividades. Escolas costumam ter amplos espaços de convivência.
Com quem combina:
Pais que querem criar seus filhos em liberdade e valorizam a espontaneidade.
SOCIOCONSTRUTIVISTA
Valoriza a relação da criança com os outros e com o mundo. Entende que a criança aprende com a realidade a sua volta.
O papel da escola é proporcionar experiências para que o aluno construa seu conhecimento, criando hipóteses e problematizando o mundo em conjunto com professores e colegas.
A avaliação acontece por meio da reflexão do aluno sobre seu aprendizado
Como identificar:
O conteúdo não é fragmentado e projetos interdisciplinares são desenvolvidos em conjunto.
Com quem combina:
Pais que buscam parceria com a escola e o contato da criança com o diferente.
MONTESSORIANA
Método criado pela italiana Maria Montessori (1870-1952). Prioriza a independência do aluno e estimula a experiência concreta. As salas de aula contam com materiais específicos à disposição de estudantes e professores.
Geralmente, os alunos são divididos em ciclos de três anos. As avaliações priorizam a observação e são feitas por meio de fichas pedagógicas.
Como identificar:
As salas de aula facilitam a movimentação e o trabalho dos alunos. Professores devem ter formação específica.
Com quem combina:
Pais que se preocupam com a organização e com as relações da criança.
WALDORF
Concepção desenvolvida pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Preocupa-se com o desenvolvimento físico, social, emocional e intelectual do aluno, e adequa o conteúdo ao tempo natural do estudante.
Tem forte relação com as artes --há um programa de atividades artísticas, artesanais e de música. As avaliações são constantes, e não há reprovação.
Como identificar:
Currículo extenso inclui atividades lúdicas; há um professor de classe, que ensina a turma por sete anos.
Com quem combina:
Pais que buscam educação integral. Passam por leituras e entrevistas para matrícula.
http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/09/1344451-afinidad e-com-a-linha-pedagogica-e-criterio-central-para-escolha-da-escola.shtml
Fonte: Folha de S. Paulo - ÚRSULA PASSOS
Na visita a uma escola, além de conhecer a infraestrutura, os pais precisam verificar se a instituição está alinhada aos princípios e às expectativas da família.
Um caminho é descobrir qual é o modelo de ensino adotado pela escola --que indica qual é o conceito de aprendizagem e como o aluno é entendido no processo.
Nesta página, são apresentados alguns desses modelos e dicas para avaliar se estão de acordo com o que se busca para a criança.
Vale lembrar que, na prática, é possível encontrar mais de um princípio em uma mesma escola --nesses casos, é importante ficar atento ao modelo que prevalece.
"É preciso que os pais tenham muito claro o que esperam da escola na hora da escolha", orienta a pedagoga Sueli Pecci.
EMPIRISTA/TRADICIONAL
É o modelo educacional mais conhecido. O aprendizado acontece de fora para dentro, com o aluno recebendo do professor o conteúdo sistematizado pela escola.
As aulas são controladas e os conteúdos são divididos em blocos, que vão do mais fácil para o mais difícil. É comum o uso de apostilas. As avaliações ocorrem principalmente por meio de provas.
Como identificar:
Prevalece a aula expositiva, que acontece em salas silenciosas com os alunos sob controle do professor
Com quem combina:
Pais que valorizam bom comportamento e se preocupam com o conteúdo
DEMOCRÁTICA
Os alunos podem decidir o que e como querem aprender. Em assembleias, estudantes, professores, funcionários e pais definem as regras e a organização do cotidiano escolar.
A relação com o conhecimento e seus conteúdos se dá por meio de projetos e em grupos de pesquisa, o que visa estimular a vontade de aprender. Não há provas, mas autoavaliações. individuais
Como identificar:
Os alunos são livres para escolher suas atividades. Escolas costumam ter amplos espaços de convivência.
Com quem combina:
Pais que querem criar seus filhos em liberdade e valorizam a espontaneidade.
SOCIOCONSTRUTIVISTA
Valoriza a relação da criança com os outros e com o mundo. Entende que a criança aprende com a realidade a sua volta.
O papel da escola é proporcionar experiências para que o aluno construa seu conhecimento, criando hipóteses e problematizando o mundo em conjunto com professores e colegas.
A avaliação acontece por meio da reflexão do aluno sobre seu aprendizado
Como identificar:
O conteúdo não é fragmentado e projetos interdisciplinares são desenvolvidos em conjunto.
Com quem combina:
Pais que buscam parceria com a escola e o contato da criança com o diferente.
MONTESSORIANA
Método criado pela italiana Maria Montessori (1870-1952). Prioriza a independência do aluno e estimula a experiência concreta. As salas de aula contam com materiais específicos à disposição de estudantes e professores.
Geralmente, os alunos são divididos em ciclos de três anos. As avaliações priorizam a observação e são feitas por meio de fichas pedagógicas.
Como identificar:
As salas de aula facilitam a movimentação e o trabalho dos alunos. Professores devem ter formação específica.
Com quem combina:
Pais que se preocupam com a organização e com as relações da criança.
WALDORF
Concepção desenvolvida pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Preocupa-se com o desenvolvimento físico, social, emocional e intelectual do aluno, e adequa o conteúdo ao tempo natural do estudante.
Tem forte relação com as artes --há um programa de atividades artísticas, artesanais e de música. As avaliações são constantes, e não há reprovação.
Como identificar:
Currículo extenso inclui atividades lúdicas; há um professor de classe, que ensina a turma por sete anos.
Com quem combina:
Pais que buscam educação integral. Passam por leituras e entrevistas para matrícula.
http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/09/1344451-afinidad e-com-a-linha-pedagogica-e-criterio-central-para-escolha-da-escola.shtml
Fonte: Folha de S. Paulo - ÚRSULA PASSOS
"O renascimento do parto"
O Grupo de Apoio à Humanização do Parto - GAHP Lages viabilizou a exibição do documentário "O Renascimento do Parto" na nossa cidade.
O filme retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência.
Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados ?hormônios do amor?, liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.
O documentário terá exibição única no dia 26/09/2013 às 20:30 horas no Cine Marrocos em Lages. Os ingressos serão comercializados a partir de 19/09 nas bilheterias do cinema nos valores de R$14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia).
Contamos com a sua presença neste importante evento que marcará o início de uma mudança de paradigmas do cenário obstétrico da nossa região.
Mais informações em:
http://orenascimentodoparto.com.br/
https://www.facebook.com/queremosorenascimentodopartolages
O filme retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência.
Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados ?hormônios do amor?, liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.
O documentário terá exibição única no dia 26/09/2013 às 20:30 horas no Cine Marrocos em Lages. Os ingressos serão comercializados a partir de 19/09 nas bilheterias do cinema nos valores de R$14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia).
Contamos com a sua presença neste importante evento que marcará o início de uma mudança de paradigmas do cenário obstétrico da nossa região.
Mais informações em:
http://orenascimentodoparto.com.br/
https://www.facebook.com/queremosorenascimentodopartolages
Convite para Simpósio
A UNIPLAC ESTÁ ANUNCIANDO o II Simpósio Internacional de Ciência, Saúde e Território e o II Seminário Regional de Saúde Ambiental, que será realizado entre 6 e 8 de novembro de 2013, aqui na UNIPLAC, junto as coordenações de graduação da nossa Universidade.
O evento é organizado pelo corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Saúde da Universidade do Planalto Catarinense em parceria com o Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina e Empresa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, com apoio financeiro da CAPES.
O tema central do evento “Tecnologias Sociais, Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental”, visa integrar, de forma interdisciplinar, a produção de conhecimentos tecnológicos regionais com os globais, e possibilitar sua divulgação e implementação para a melhoria da condição socioambiental.
As inscrições estão abertas e devem ser feitas na página do simpósio!
Link da página: http://www.simposiosaudeterritorio.com.br/
O evento é organizado pelo corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Saúde da Universidade do Planalto Catarinense em parceria com o Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina e Empresa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, com apoio financeiro da CAPES.
O tema central do evento “Tecnologias Sociais, Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental”, visa integrar, de forma interdisciplinar, a produção de conhecimentos tecnológicos regionais com os globais, e possibilitar sua divulgação e implementação para a melhoria da condição socioambiental.
As inscrições estão abertas e devem ser feitas na página do simpósio!
Link da página: http://www.simposiosaudeterritorio.com.br/
"A falsidade da vida universitária"
Para ler e meditar sobre:
ESCRITO POR KEN BANSHO NETO
24 SETEMBRO 2013 - Curitiba (PR)
Como pode um sujeito que ESCOLHEU, ou seja, teve a ação deliberada de assumir o cargo de professor, a posição daquele que ensina, se ele só sabe raciocinar ideologicamente e sempre estudou medianamente a luz e semelhança de seus companheiros?
Todo jovem brasileiro imerso no senso comum tem o sonho de ingressar na universidade. Muitos deles abandonam suas famílias no interior para virem aos grandes centros com o intuito de elevar suas possibilidades de serem absorvidos pela universidade tão almejada mediante aprovação nos ditos “vestibulares”. O pobre sujeito projeta o seu futuro com afinco, bota a cabeça no travesseiro e vai dormir com algumas toneladas de responsabilidade nas costas. Quando ele transcende a fase robótica dos cursinhos pré-vestibular, pensa-o inocentemente que finalmente irá estudar aquilo que ama e que, caso ele se dedique, encontrará um ambiente totalmente receptivo às suas aspirações. Eis a mais ilusória mentalidade presente no imaginário dos estudantes sérios.
O indivíduo que entrar na universidade brasileira de hoje, pelo menos nos cursos de Ciências Humanas, vai se deparar com circunstâncias que colocarão em xeque suas expectativas. Ele irá notar de cara o curioso desinteresse dos colegas pelas matérias que eles dizem gostar e a sensação de estranhamento que leva a duvidar sobre a bagagem intelectual do corpo docente. “Como ousa atacar os professores-doutores das universidades e os jovens que tanto se esforçaram para estarem lá?”, indaga o apressadinho. O leitor que acha que este que vos escreve é apenas um palpiteiro deveria lidar com os fatos concretos: como pode um universitário (lê-se: leitor de xérox), mesmo sem a recomendação e exigência dos professores, não ler pelo menos uns 20 ou 30 livros ao ano? Como pode um sujeito que ESCOLHEU, ou seja, teve a ação deliberada de assumir o cargo de professor, a posição daquele que ensina, se ele só sabe raciocinar ideologicamente e sempre estudou medianamente a luz e semelhança de seus companheiros? Se o professor não domina direito nem o conteúdo, quem dirá o “status quaestionis” dos assuntos tratados em aula.
Para elucidar e reviver a memória do leitor, dê graças a Deus aquele que nunca teve um professor que: a) postulasse o capitalismo e os princípios gerais do livre mercado como gênese de todos os males; b) chamasse a Idade Média de “Idade das Trevas” como meio para atacar a Igreja Católica; c) fosse reducionista no estilo “Aristóteles defendia a escravidão, logo toda sua teoria não deve ser estudada” ou (essa é clássica para os alunos de direito!) “Miguel Reale fez parte do integralismo, portanto ele era um fascista, antissemita, antidemocrático e não produziu nada de bom”; d) ao explanar as noções gerais de um novo assunto aos alunos, se recomendasse algum livro de “introdução crítica” que atacasse aquilo que os alunos ainda não conhecem.
Se você, caro universitário, já se viu em muitas dessas situações e estranhou tudo isso, sinto-lhe dizer: bem-vindo ao clube. Esse clube não está lotado, na realidade, está em escassez de pessoas. Nessa ala integram aqueles que sempre estiveram com a alma disposta ao conhecimento e que pagaram com o mais puro interesse para receber de troco o descaso. É um grupo de esquecidos? Provavelmente. Mas nunca esqueça de que no anonimato eles seguem estudando, suportando tudo sem dar um pio. No futuro, que tarde mais chega, veremos quem será alma viva e quem habitará as portas fechadas do esquecimento.
Publicado no caderno universitário do jornal Gazeta do Povo.
Ken Bansho Neto, 18, é estudante universitário de Direito e aluno do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho.
ESCRITO POR KEN BANSHO NETO
24 SETEMBRO 2013 - Curitiba (PR)
Como pode um sujeito que ESCOLHEU, ou seja, teve a ação deliberada de assumir o cargo de professor, a posição daquele que ensina, se ele só sabe raciocinar ideologicamente e sempre estudou medianamente a luz e semelhança de seus companheiros?
Todo jovem brasileiro imerso no senso comum tem o sonho de ingressar na universidade. Muitos deles abandonam suas famílias no interior para virem aos grandes centros com o intuito de elevar suas possibilidades de serem absorvidos pela universidade tão almejada mediante aprovação nos ditos “vestibulares”. O pobre sujeito projeta o seu futuro com afinco, bota a cabeça no travesseiro e vai dormir com algumas toneladas de responsabilidade nas costas. Quando ele transcende a fase robótica dos cursinhos pré-vestibular, pensa-o inocentemente que finalmente irá estudar aquilo que ama e que, caso ele se dedique, encontrará um ambiente totalmente receptivo às suas aspirações. Eis a mais ilusória mentalidade presente no imaginário dos estudantes sérios.
O indivíduo que entrar na universidade brasileira de hoje, pelo menos nos cursos de Ciências Humanas, vai se deparar com circunstâncias que colocarão em xeque suas expectativas. Ele irá notar de cara o curioso desinteresse dos colegas pelas matérias que eles dizem gostar e a sensação de estranhamento que leva a duvidar sobre a bagagem intelectual do corpo docente. “Como ousa atacar os professores-doutores das universidades e os jovens que tanto se esforçaram para estarem lá?”, indaga o apressadinho. O leitor que acha que este que vos escreve é apenas um palpiteiro deveria lidar com os fatos concretos: como pode um universitário (lê-se: leitor de xérox), mesmo sem a recomendação e exigência dos professores, não ler pelo menos uns 20 ou 30 livros ao ano? Como pode um sujeito que ESCOLHEU, ou seja, teve a ação deliberada de assumir o cargo de professor, a posição daquele que ensina, se ele só sabe raciocinar ideologicamente e sempre estudou medianamente a luz e semelhança de seus companheiros? Se o professor não domina direito nem o conteúdo, quem dirá o “status quaestionis” dos assuntos tratados em aula.
Para elucidar e reviver a memória do leitor, dê graças a Deus aquele que nunca teve um professor que: a) postulasse o capitalismo e os princípios gerais do livre mercado como gênese de todos os males; b) chamasse a Idade Média de “Idade das Trevas” como meio para atacar a Igreja Católica; c) fosse reducionista no estilo “Aristóteles defendia a escravidão, logo toda sua teoria não deve ser estudada” ou (essa é clássica para os alunos de direito!) “Miguel Reale fez parte do integralismo, portanto ele era um fascista, antissemita, antidemocrático e não produziu nada de bom”; d) ao explanar as noções gerais de um novo assunto aos alunos, se recomendasse algum livro de “introdução crítica” que atacasse aquilo que os alunos ainda não conhecem.
Se você, caro universitário, já se viu em muitas dessas situações e estranhou tudo isso, sinto-lhe dizer: bem-vindo ao clube. Esse clube não está lotado, na realidade, está em escassez de pessoas. Nessa ala integram aqueles que sempre estiveram com a alma disposta ao conhecimento e que pagaram com o mais puro interesse para receber de troco o descaso. É um grupo de esquecidos? Provavelmente. Mas nunca esqueça de que no anonimato eles seguem estudando, suportando tudo sem dar um pio. No futuro, que tarde mais chega, veremos quem será alma viva e quem habitará as portas fechadas do esquecimento.
Publicado no caderno universitário do jornal Gazeta do Povo.
Ken Bansho Neto, 18, é estudante universitário de Direito e aluno do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
UNIPLAC presente do EDUCERE
Mais de vinte e cinco mestrandos das turmas de 2011, 2012 e 2013, alguns egressos do Programa, mais um significativo número de docentes do Mestrado em Educação da UNIPLAC, estão participando ativamente do XI Educere - Congresso Nacional de Educação, do IV Seminário Internacional sobre Profissionalização Docente - Cátedra UNESCO, e II Seminário Internacional de Representações Sociais, Educação - Sirsse, que envolve mais de mil participantes na PUC de Curitiba (PR), de 23 a 26 deste mês de setembro.
Quatro professores doutores do PPGE da UNIPLAC já estão atuando há mais tempo, como membros da Comissão Científica, que avaliou os trabalhos ora em apresentação.
Eventos, como comunicações, mesas-redondas, relatos de experiências, posters, oficinas, conferências, lançamentos de livros, palestras, reuniões, nos quais os lageanos tem presenças destacadas no EDUCERE, já consagrado como o maior evento educacional de stricto sensu do Paraná.
Entre as presenças, acompanhando o MG Reitor, Prof. Elson Bastos, está a equipe da Reitoria e das Pró- Reitorias da UNIPLAC.
Parte deste pessoal se deslocará no sábado para Goiânia, para participar da Reunião Anual da ANPED, devendo regressar a Lages na primeira semana de outubro.
Por isso, as atividades didáticas de aulas e de seminários serão retomadas pelo PPGE a partir de 7 de outubro.
Quatro professores doutores do PPGE da UNIPLAC já estão atuando há mais tempo, como membros da Comissão Científica, que avaliou os trabalhos ora em apresentação.
Eventos, como comunicações, mesas-redondas, relatos de experiências, posters, oficinas, conferências, lançamentos de livros, palestras, reuniões, nos quais os lageanos tem presenças destacadas no EDUCERE, já consagrado como o maior evento educacional de stricto sensu do Paraná.
Entre as presenças, acompanhando o MG Reitor, Prof. Elson Bastos, está a equipe da Reitoria e das Pró- Reitorias da UNIPLAC.
Parte deste pessoal se deslocará no sábado para Goiânia, para participar da Reunião Anual da ANPED, devendo regressar a Lages na primeira semana de outubro.
Por isso, as atividades didáticas de aulas e de seminários serão retomadas pelo PPGE a partir de 7 de outubro.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Não é preciso estar dentro da escola para aprender...
Não é preciso estar dentro da escola para aprender, diz educador português.
Há 40 anos, uma escola em Portugal rompeu com as metodologias de ensino impostas a alunos e professores. Aboliu séries, provas, salas de aulas, disciplinas para garantir autonomia de aprendizado e fazer o estudo ter sentido para as crianças e os jovens. A Escola da Ponte fez sucesso, inspirou outros projetos em território português e aqui no Brasil.
A inspiração da Escola da Ponte levará à criação de estrutura mais ambiciosa no Brasil nos próximos meses. Segundo José Pacheco, idealizador do colégio português, no dia 23 setembro, a primeira Comunidade de Aprendizagem do Brasil será lançada. A experiência começará pela cidade de Cotia (SP), onde funciona o Projeto Âncora, já inspirado no modelo português.
Animado e empolgado, o educador português disse com exclusividade ao iG que professores e alunos da escola do Projeto Âncora vão ampliar o que já fazem pela vizinhança. Eles farão pesquisas pela comunidade sobre os problemas mais preocupantes que enfrentam, trabalharão em equipe para encontrar soluções e vão desenvolver os projetos de pesquisa que já desenvolvem longe da escola e na comunidade junto com as famílias e os vizinhos.
"Eles vão criar vizinhança e comunidade de fato. Queremos que essa experiência se transforme em um fórum para ser partilhada com outras comunidades”, afirma. Com isso, outros dois projetos serão lançados juntos: uma plataforma digital de aprendizagem e comunicação e um projeto de transformação vivencial.
Pacheco diz que as plataformas digitais atuais são de "ensinagem e não aprendizagem”. Seu plano é que educadores de todo o país possam utilizar filmes, peças teatrais, materiais, depoimentos e experiências disponíveis em nuvem para construir o próprio conhecimento. Com essa ferramenta, o projeto de transformação vivencial será a formação de professores de todo o país para esse novo modelo educacional.
Sem fórmulas
As discussões sobre a necessidade de mudar a escola tradicional – já numerosas na academia – chegaram aos gestores, que não têm encontrado soluções para tornar a escola mais interessante. Pacheco diz que falta coragem a eles para romper com os modelos tradicionais, apesar do diagnóstico quase consensual entre quem pesquisa educação.
"É preciso fazer algo diferente, insistir no que está errado é sinal de loucura. Mas alguns já tomaram consciência disso e, por isso, nos procuram pedindo ajuda. Há pessoas ligadas ao poder público que já percebem que há outros e melhores modos de fazer educação”, ressalta. Segundo ele, no Brasil, há mais de 100 projetos diferentes que têm a mesma inspiração.
O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, por exemplo, sempre que pode, repete o bordão de que a escola atual segue as mesmas regras do século 19, atendendo a jovens do século 21 e com professores do século 20. Ideia que Pacheco também defende. Mercadante prometeu apresentar propostas para transformar o ensino médio, mas não as divulgou ainda.
O Projeto Âncora existe como organização sem fins lucrativos desde 1995 e foi criado para levar cidadania a crianças e adolescentes em situação de risco social por meio de atividades culturais, esportivas e lazer. Em 2011, a primeira escola do projeto nasceu. Inspirada pela Escola da Ponte, ela nasceu sem turmas, séries ou provas, atendendo crianças de 6 a 10 anos.
As crianças aprendem por meio de projetos de pesquisa, que elas mesmas propõem fazer. A autonomia e a democracia nas escolhas são essenciais na filosofia da escola. Professores são facilitadores e os trabalhos envolvem diferentes áreas do conhecimento. Todos leem e escrevem com facilidade, estão integrados com novas tecnologias e cuidam da escola.
O aprendizado ganha significado, já que as pesquisas partem de problemas vividos pelas famílias e vizinhos. "O resultado é produção do conhecimento e inclusão social”, afirma Pacheco. Ele lembra que não há "receitas prontas” para esse novo modelo. É preciso criar diferentes propostas que atendam cada comunidade.
"Não há fórmulas. Há uma gramática de elementos comuns em vários projetos existentes. É preciso ter consciência do que se está a fazer”, diz. Provocador, Pacheco pergunta e responde imediatamente: "por que é preciso estar dentro da escola para aprender? Não é preciso”. Para ele, a escola tem de ser "apoio comunitário”.
"Escolas são pessoas e não lugar. Onde houver gente, há escola”, afirma. Seu sonho é que os 300 mil habitantes de Cotia se transformem em atores de aprendizagem na comunidade. Ele ressalta que o custo de um aluno no projeto é menor (cerca de R$ 560 por ano), já que não há livros didáticos pra cada um, uniformes, transporte escolar. A escola é autossustentável (porque gera renda promovendo cursos, visitas, livros) e os professores são muito valorizados.
http://www.ig.com.br/
Há 40 anos, uma escola em Portugal rompeu com as metodologias de ensino impostas a alunos e professores. Aboliu séries, provas, salas de aulas, disciplinas para garantir autonomia de aprendizado e fazer o estudo ter sentido para as crianças e os jovens. A Escola da Ponte fez sucesso, inspirou outros projetos em território português e aqui no Brasil.
A inspiração da Escola da Ponte levará à criação de estrutura mais ambiciosa no Brasil nos próximos meses. Segundo José Pacheco, idealizador do colégio português, no dia 23 setembro, a primeira Comunidade de Aprendizagem do Brasil será lançada. A experiência começará pela cidade de Cotia (SP), onde funciona o Projeto Âncora, já inspirado no modelo português.
Animado e empolgado, o educador português disse com exclusividade ao iG que professores e alunos da escola do Projeto Âncora vão ampliar o que já fazem pela vizinhança. Eles farão pesquisas pela comunidade sobre os problemas mais preocupantes que enfrentam, trabalharão em equipe para encontrar soluções e vão desenvolver os projetos de pesquisa que já desenvolvem longe da escola e na comunidade junto com as famílias e os vizinhos.
"Eles vão criar vizinhança e comunidade de fato. Queremos que essa experiência se transforme em um fórum para ser partilhada com outras comunidades”, afirma. Com isso, outros dois projetos serão lançados juntos: uma plataforma digital de aprendizagem e comunicação e um projeto de transformação vivencial.
Pacheco diz que as plataformas digitais atuais são de "ensinagem e não aprendizagem”. Seu plano é que educadores de todo o país possam utilizar filmes, peças teatrais, materiais, depoimentos e experiências disponíveis em nuvem para construir o próprio conhecimento. Com essa ferramenta, o projeto de transformação vivencial será a formação de professores de todo o país para esse novo modelo educacional.
Sem fórmulas
As discussões sobre a necessidade de mudar a escola tradicional – já numerosas na academia – chegaram aos gestores, que não têm encontrado soluções para tornar a escola mais interessante. Pacheco diz que falta coragem a eles para romper com os modelos tradicionais, apesar do diagnóstico quase consensual entre quem pesquisa educação.
"É preciso fazer algo diferente, insistir no que está errado é sinal de loucura. Mas alguns já tomaram consciência disso e, por isso, nos procuram pedindo ajuda. Há pessoas ligadas ao poder público que já percebem que há outros e melhores modos de fazer educação”, ressalta. Segundo ele, no Brasil, há mais de 100 projetos diferentes que têm a mesma inspiração.
O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, por exemplo, sempre que pode, repete o bordão de que a escola atual segue as mesmas regras do século 19, atendendo a jovens do século 21 e com professores do século 20. Ideia que Pacheco também defende. Mercadante prometeu apresentar propostas para transformar o ensino médio, mas não as divulgou ainda.
O Projeto Âncora existe como organização sem fins lucrativos desde 1995 e foi criado para levar cidadania a crianças e adolescentes em situação de risco social por meio de atividades culturais, esportivas e lazer. Em 2011, a primeira escola do projeto nasceu. Inspirada pela Escola da Ponte, ela nasceu sem turmas, séries ou provas, atendendo crianças de 6 a 10 anos.
As crianças aprendem por meio de projetos de pesquisa, que elas mesmas propõem fazer. A autonomia e a democracia nas escolhas são essenciais na filosofia da escola. Professores são facilitadores e os trabalhos envolvem diferentes áreas do conhecimento. Todos leem e escrevem com facilidade, estão integrados com novas tecnologias e cuidam da escola.
O aprendizado ganha significado, já que as pesquisas partem de problemas vividos pelas famílias e vizinhos. "O resultado é produção do conhecimento e inclusão social”, afirma Pacheco. Ele lembra que não há "receitas prontas” para esse novo modelo. É preciso criar diferentes propostas que atendam cada comunidade.
"Não há fórmulas. Há uma gramática de elementos comuns em vários projetos existentes. É preciso ter consciência do que se está a fazer”, diz. Provocador, Pacheco pergunta e responde imediatamente: "por que é preciso estar dentro da escola para aprender? Não é preciso”. Para ele, a escola tem de ser "apoio comunitário”.
"Escolas são pessoas e não lugar. Onde houver gente, há escola”, afirma. Seu sonho é que os 300 mil habitantes de Cotia se transformem em atores de aprendizagem na comunidade. Ele ressalta que o custo de um aluno no projeto é menor (cerca de R$ 560 por ano), já que não há livros didáticos pra cada um, uniformes, transporte escolar. A escola é autossustentável (porque gera renda promovendo cursos, visitas, livros) e os professores são muito valorizados.
http://www.ig.com.br/
Livros científicos de graça
Através do projeto “SciELO Livros”, as Editoras da Fio Cruz (Fundação Oswaldo Cruz), UFBA (Universidade Federal da Bahia), Unesp (Universidade Estadual Paulista), e Fapesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) liberaram 300 livros, científicos e técnicos, para download.
http://existepsicologiaemsp. blogspot.com.br/2013/09/para- baixar-de-graca-mais-de-300- livros.html
http://existepsicologiaemsp.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
CRESCEM OS CURSOS DE PEDAGOGIA À DISTÂNCIA
Quase metade das matrículas de Pedagogia estão, hoje, em cursos à distância no país. De acordo com o Censo da Educação Superior 2010, o mais recente, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC (Inep), 47,87% dos estudantes cursam graduação não presencial (EAD) para se tornarem Professores. A pesquisa Educação à Distância: Oferta, Características e Tendências dos Cursos de Licenciatura em Pedagogia, feita pela Fundação Victor Civita (FCV), em parceria com a Professora Maria Elizabeth de Almeida, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), buscou entender a modalidade de Ensino e traçar um perfil dos Alunos.
O levantamento foi feito entre 2011 e 2012, por meio de pesquisa em oito instituições, sendo cinco públicas e três privadas, localizadas em Manaus (AM), Recife (PE), Goiânia (GO), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS); e com base em dados oficiais do Ministério da Educação (MEC).
A responsável pelo estudo acredita que o alto índice de estudantes que já atuam na área é reflexo da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e que a má impressão de que os cursos em EAD são menos difíceis é uma questão inerente a essa modalidade de Ensino. "Para fazer um curso à distância, em EAD, você está muito mais provocado a trabalhar com leitura e escrita do que em um curso presencial, onde as relações se fazem por meio da oralidade", assinala Maria Elizabeth.
Angela Dannemann, diretora-executiva da FCV, lembra que a crescente busca pela modalidade foi estimulada por políticas governamentais. "Houve um grande incentivo para que surgissem cursos de EAD no Brasil. Além da Universidade Aberta (do Brasil, a UAB), um programa do governo federal, estimulou-se que a iniciativa privada criasse também esse tipo de curso", afirma. Para Angela, o maior acesso de Docentes a cursos de EAD permitiu que muitos profissionais sem diploma conquistassem formação.
PESQUISA
Mais de 273 mil Alunos estão matriculados em cursos de EAD.
Apenas 12,29% desses Alunos estão em instituições públicas.
Dos Alunos que cursam Pedagogia à distância, 67% já trabalham na área da Educação.
Entre os Alunos, 44% acreditavam que o curso seria mais fácil.
http://www.correiodopovo.com.br/
O levantamento foi feito entre 2011 e 2012, por meio de pesquisa em oito instituições, sendo cinco públicas e três privadas, localizadas em Manaus (AM), Recife (PE), Goiânia (GO), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS); e com base em dados oficiais do Ministério da Educação (MEC).
A responsável pelo estudo acredita que o alto índice de estudantes que já atuam na área é reflexo da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e que a má impressão de que os cursos em EAD são menos difíceis é uma questão inerente a essa modalidade de Ensino. "Para fazer um curso à distância, em EAD, você está muito mais provocado a trabalhar com leitura e escrita do que em um curso presencial, onde as relações se fazem por meio da oralidade", assinala Maria Elizabeth.
Angela Dannemann, diretora-executiva da FCV, lembra que a crescente busca pela modalidade foi estimulada por políticas governamentais. "Houve um grande incentivo para que surgissem cursos de EAD no Brasil. Além da Universidade Aberta (do Brasil, a UAB), um programa do governo federal, estimulou-se que a iniciativa privada criasse também esse tipo de curso", afirma. Para Angela, o maior acesso de Docentes a cursos de EAD permitiu que muitos profissionais sem diploma conquistassem formação.
PESQUISA
Mais de 273 mil Alunos estão matriculados em cursos de EAD.
Apenas 12,29% desses Alunos estão em instituições públicas.
Dos Alunos que cursam Pedagogia à distância, 67% já trabalham na área da Educação.
Entre os Alunos, 44% acreditavam que o curso seria mais fácil.
http://www.correiodopovo.com.br/
Conselheiros de escolas
Como anda a qualidade da educação das crianças, o que é preciso saber para avaliar a prestação de contas da escola, a educação integral pode atender mais estudantes no próximo ano? Para responder a dezenas de perguntas sobre o cotidiano das redes públicas de educação básica, o Ministério da Educação, em parceria com especialistas de quatro universidades federais, criou um curso de formação de conselheiros de escolas.
Com 40 horas de duração, sendo 28 horas a distância e 12 horas presenciais, divididas em três encontros, o curso começou esta semana em cidades de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. A meta do MEC para este ano é constituir 200 turmas de cursistas para qualificar 8 mil conselheiros nos quatro estados e ampliar as turmas e os municípios em 2014.
Roberto Júnior, que coordena o Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares do Ministério da Educação, explica que a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a instituição responsável pelo formato do curso, mas que a definição dos conteúdos teve a colaboração de especialistas das universidades federais de São Carlos (UFSCar), do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Paraíba (UFPB).
Para levar os conteúdos de forma lúdica, a UFC criou um modelo com recursos de animação, diálogos entre os personagens e destes com os conselheiros. O objetivo, diz Roberto Júnior, é facilitar a compreensão de pais, estudantes, professores e servidores da escola sobre temas como o funcionamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), as regras da prestação de contas de recursos recebidos, a função da caixa escolar, a eleição de diretores, o projeto pedagógico, a educação integral.
Parceria – Na divisão de tarefas entre os parceiros do programa cabe às secretarias estaduais de educação a responsabilidade pela tutoria do curso, o gerenciamento da distribuição das vagas pelos municípios, tendo como parâmetro o conceito de mesorregião definido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e às secretarias municipais a articulação local. É função do articulador, por exemplo, decidir em que laboratório de informática a parte virtual do curso será ministrada, que tipo de apoio os conselheiros terão para desenvolver as atividades nos módulos do curso, agendar os encontros presenciais.
Criado em 2004, o Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares concentrou sua atividade, até 2012, na formação de técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação. Esses técnicos tiveram 200 horas de curso a distância, divididas em duas fases. Em 2013, o programa investe na qualificação dos conselheiros das escolas.
http://portal.mec.gov.br/
Com 40 horas de duração, sendo 28 horas a distância e 12 horas presenciais, divididas em três encontros, o curso começou esta semana em cidades de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. A meta do MEC para este ano é constituir 200 turmas de cursistas para qualificar 8 mil conselheiros nos quatro estados e ampliar as turmas e os municípios em 2014.
Roberto Júnior, que coordena o Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares do Ministério da Educação, explica que a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a instituição responsável pelo formato do curso, mas que a definição dos conteúdos teve a colaboração de especialistas das universidades federais de São Carlos (UFSCar), do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Paraíba (UFPB).
Para levar os conteúdos de forma lúdica, a UFC criou um modelo com recursos de animação, diálogos entre os personagens e destes com os conselheiros. O objetivo, diz Roberto Júnior, é facilitar a compreensão de pais, estudantes, professores e servidores da escola sobre temas como o funcionamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), as regras da prestação de contas de recursos recebidos, a função da caixa escolar, a eleição de diretores, o projeto pedagógico, a educação integral.
Parceria – Na divisão de tarefas entre os parceiros do programa cabe às secretarias estaduais de educação a responsabilidade pela tutoria do curso, o gerenciamento da distribuição das vagas pelos municípios, tendo como parâmetro o conceito de mesorregião definido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e às secretarias municipais a articulação local. É função do articulador, por exemplo, decidir em que laboratório de informática a parte virtual do curso será ministrada, que tipo de apoio os conselheiros terão para desenvolver as atividades nos módulos do curso, agendar os encontros presenciais.
Criado em 2004, o Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares concentrou sua atividade, até 2012, na formação de técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação. Esses técnicos tiveram 200 horas de curso a distância, divididas em duas fases. Em 2013, o programa investe na qualificação dos conselheiros das escolas.
http://portal.mec.gov.br/
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