DAS COXILHAS SERRANAS:


DAS COXILHAS SERRANAS

Notícias do Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Educação (PPGE)
Mestrado Acadêmico em Educação
Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC) - Lages - Santa Catarina - Brasil

Para conhecer a UNIPLAC, acesse: www.uniplac.net

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Obra sobre Gramsci

A Editora Librum e a Navegando Publicações (do HISTEDBR) lançam  o livro Gramsci no Limiar do Século XXI. O livro está  no formato ebook.. Em breve será lançado o formato impresso. Para acessar o ebook, basta entrar no site www.navegandopublicacoes.net. O download é gratuito.


Autores: Carlos Zacarias de Sena Júnior, Dermeval Saviani, Edmundo Fernandes Dias (In memoriam) , José Claudinei Lombardi (Org.), Leandro de Oliveira Galastri, Lí¬via Diana Rocha Magalhães (Org.), Paolo Nosella, Wilson da Silva Santos (Org.)
A obra é dedicada ao camarada e professor Edmundo Fernandes Dias (In memoriam).

domingo, 26 de maio de 2013

PROFESSORA DENUNCIA PLÁGIO DE ALUNO ORIENTADOR QUER DESLIGAMENTO DO PLAGIADOR


Colegas do Grupo de Estudos e Pesquisas HISTEDBR do Pará enviaram-nos manifestação obre o problema que está ocorrendo na pós-graduação da Universidade Federal do Pará sobre plágio na produção acadêmica de mestrandos. Uma professora do Mestrado em Educação da UFPA, de Belém, enviou-nos este e-mail:
Prezados/as, por favor, divulgar nota.
CONSEPE DA UFPA REINTEGRA À PÓS-GRADUAÇÃO, ALUNO QUE FEZ PLÁGIO EM TRABALHOS ACADÊMICOS.

ONTEM, DIA 23 DE MAIO, O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DA UFPA, ANALISOU E VOTOU RECURSO ENCAMINHADO PELA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO SOBRE O DESLIGAMENTO DE UM ALUNO DE NOSSO PROGRAMA.
O ORIENTAD...OR DESTE ALUNO, EM RAZÃO DO USO DO PLÁGIO EM DUAS OCASIÕES DIFERENTES, PEDIU O DESLIGAMENTO DO MESMO, O QUE FOI APROVADO NO COLEGIADO.
O ALUNO RECORREU A JUSTIÇA FEDERAL, TENDO O JUIZ INDEFERIDO SEU PEDIDO DE REINTEGRAÇÃO.
APÓS O INDEFERIMENTO DO JUIZ, O ALUNO RECORREU À CONGREGAÇÃO DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, QUE DESCONSIDERANDO OS PLÁGIOS, APROVOU A REINTEGRAÇÃO DO ALUNO.
EM VIRTUDE DA DECISÃO DA CONGREGAÇÃO DO ICED, A COORDENAÇÃO DO PPGED, RECORREU AO CONSEPE/UFPA.
NÃO OBSTANTE AS COMPROVAÇÕES FEITAS DOS PLÁGIOS, ANEXADOS AO PROCESSO, BEM COMO A DECISÃO JÁ EMANADA DA JUSTIÇA FEDERAL, O PARECERISTA MANTEVE A DECISÃO DA CONGREGAÇÃO DO ICED, DETERMINANDO A REINTEGRAÇÃO DO PLAGIADOR AO CURSO DE MESTRADO.
DURANTE A REUNIÃO DO CONSEPE, A TESE, SUI GENERIS, LEVANTADA, POR ALGUNS DOS CONSELHEIROS, ERA DE QUE, NÃO TENDO SIDO PUBLICADO OS TRABALHOS, ESTES NÃO PODEM SER CONSIDERADOS PLÁGIOS.
TEVE UM DOS CONSELHEIROS QUE CHEGOU MESMO A INSINUAR QUE O PLÁGIO DECORRIA DA INEXPERIÊNCIA DO ALUNO E DE PROBLEMAS DE ORIENTAÇÃO. AFIRMOU O DITO CUJO QUE A FUNÇÃO DO ORIENTADOR É O DE "DESENBURRAR" O ORIENTANDO. DURMA COM ESTA!!!!!!
TORNOU-SE MAIS ESCANDALOSO O CASO, QUANDO, NA MESMA REUNIÃO DO CONSEPE, UM OUTRO ALUNO, DO MESTRADO EM GEOGRAFIA, TEVE PARECER FAVORÁVEL AO SEU DESLIGAMENTO DAQUELE PROGRAMA, POR TER UTILIZADO O PLÁGIO EM UM TRABALHO ACADÊMICO.
COMO UM MESMO CONSELHO PODE ADOTAR DUAS MEDIDAS CONTRARIAS EM SE TRATANDO DO MESMO CASO? QUE CONCLUSÕES PODEMOS TIRAR DESTE EPISÓDIO?
NA CONDIÇÃO DE PROFESSOR DESTA UNIVERSIDADE, DE PROFESSOR DO ICED E DE PROFESSOR DO PPGED, VOU RECORRER DESTA DECISÃO ABSURDA.
NÃO POSSO FICAR INERTE FRENTE A ESTE ATENTADO A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO. SOU DOCENTE, NÃO SOU MEDÍOCRE E NÃO COMPACTUO COM ESTA IMORALIDADE QUE É ACEITAR O PLÁGIO COMO NATURAL.
DO QUE ADIANTA AS PESSOAS BRADAREM EM ASSEMBLEIAS QUE LUTAM PELA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO, SE COMPACTUAM COM ESTE CÂNCER QUE TEM SE ALASTRADO DENTRO DA UNIVERSIDADE: O PLÁGIO.
MEUS PRINCÍPIOS NÃO MUDAM DE ACORDO COM A OCASIÃO. TENHO CERTEZA QUE OS PROFESSORES E ALUNOS QUE NÃO COMPACTUAM COM NEM UM TIPO DE FALCATRUA ACADÊMICA DEFENDERÃO, CONOSCO, ESTA CAUSA.
PEÇO, QUE TODOS E TODAS QUE NÃO CONCORDAM COM ESTAS PRÁTICAS NEFASTAS QUE EMPOBRECEM A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO, COMPARTILHEM EM SEUS FACE ESTA INFORMAÇÃO.
PODE SER QUE ASSIM, A UFPA, POR MEIO DE SEUS CONSELHOS SUPERIORES E O ICED, REVEJAM SEUS POSICIONAMENTOS.
INFORMO QUE COLOCO À DISPOSIÇÃO CÓPIA DE TODO O PROCESSO, BEM COMO A AJUNTADA DE DOCUMENTOS A ELE APRENSADOS, AFIM DE QUE SE COMPROVE O QUE AQUI ESTOU DENUNCIANDO.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Processos Educativos e História de Vida

Foram prorrogadas as inscrições para o "Seminário de Implicação e de Pesquisa: Processos Educativos e História de Vida."
Estão com vagas abertas para 2 turmas.
A turma 1 vai trabalhar nos dias 04, 11, 18 e 25 de junho, no período noturno, das 19h às 22h e a Turma 2 dias 29/05, 05, 12 e 16 de junho, no período matutino, das 08h às 12h.
As inscrições deverão serem feitas no www.uniplac.net/sge.
No linck: http://www.uniplac.net/seminario_mestrado/index.htm, vocês encontram a ficha de inscrição, que deverá ser entregue preenchida, juntamente com uma cópia do RG e o comprovante de pagamento, no apoio de pós-graduação até dia 29/05/2013.

Dúvidas estou a disposição,

Makhelly 
Apoio do Programa de Pós Graduação 
Stricto Sensu em Educação - Mestrado Acadêmico - 
e do Programa de Pós Graduação Ambiente e Saúde 
UNIPLAC - Lages SC 
49- 3251 1144 
E-mail: mestrado@uniplac.net 
mestradoeduca@gmail.com 
ppgas.uniplac@gmail.com

terça-feira, 21 de maio de 2013

Jornada do Histedbr em Cascavel


O Grupo de Estudos e Pesquisas em História, Sociedade e Educação no Brasil – GT da Região Oeste do Paraná – HISTEDOPR, juntamente com o Programa de Desenvolvimento da Educação – PDE, sediará a XI Jornada do HISTEDBR, que terá como temática central de discussão “A Pedagogia Histórico-Crítica, a Educação Brasileira e os desafios de sua institucionalização”, que ocorrerá na Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE – Campus de Cascavel-PR, nos dias 23, 24 e 25 de outubro de 2013.
A realização desta Jornada, no momento em que o HISTEDOPR completa 10 anos de sua criação, por um lado, tem a finalidade de propiciar um espaço de debate, de troca de experiências e discussões acerca da Pedagogia Histórico-Crítica; de difusão de conhecimentos científicos e de reflexões acerca de experiências em torno das questões teórico-metodológicas, das políticas educacionais, do marxismo, da história e historiografia da educação, dos movimentos sociais, da formação de professores, da educação especial e das práticas de ensino.
Por outro, de socializar experiências e produções realizadas pelo HISTEDOPR e discutir sobre os desafios da institucionalização da Pedagogia Histórico-Crítica.
Com isto, pretende-se contribuir com o Grupo de Estudos e Pesquisas “História, Sociedade e Educação no Brasil” (HISTEDBR), sediado na Faculdade de Educação da UNICAMP, que há mais de 20 anos, vem realizando um intenso trabalho de estudos e pesquisas com a finalidade de resgatar a história, preservar a memória, possibilitar uma melhor compreensão da educação e da sociedade brasileira, bem como, contribuir com sua transformação rumo a uma nova sociedade, verdadeiramente humana.
Contando com aproximadamente 30 grupos de pesquisa espalhados pelo Brasil afora, o HISTEDBR já realizou nove Seminários Nacionais e dez Jornadas, envolvendo pesquisadores do país e do exterior. Além disso, também conta com uma rede de intercâmbio pela Internet e com uma Revista, pela qual articula pesquisadores e socializa periodicamente produções na área da educação.
O HISTEDBR também está presente na UNIPLAC, com o núcleo do Grupo de Pesquisa Histedbr-Serra Catarinense, que atua junto ao Mestrado Acadêmico em Educação, e que deverá estar presente na Jornada em Cascavel.

Blog: Tecendo em Reverso


Entrou no ar na rede mundial da web dia 21 de maio o blog “Tecendo Em Reverso”. Este projeto tenciona aproximar o discurso pedagógico baseado na perspectiva "histórico-crítica" com a escola brasileira. Em meio a superficialidade que ora se apresenta no "mercado da educação", ao que tudo indica, poucos professores do ensino fundamental e médio tem acesso a textos com uma fundamentação teórica que os leve a ruptura com o consenso estabelecido.
O blog é aberto e será alimentado pelos pesquisadores do Brasil que se interessarem em divulgar neste blog os seus trabalhos, através de artigos, entrevistas e resenhas.
Contatos através do endereço: tecendoemreverso@gmail.com
Na estreia do blog, há a participação do professor da UNICAMP Dr. José Luís Sanfelice, que discute em seu artigo  numa perspectiva pedagógica: alienação, educação e trabalho.
Confiram em: http://tecendoemreverso.blogspot.com.br

UNIPLAC propõe Doutorado em Educação para 2014


A Universidade do Planalto Catarinense protocolou junto à Fundação CAPES, em Brasília, neste mês de maio, o Aplicativo para Cursos Novos (APCN), objetivando a implantação do seu primeiro curso de doutorado em Lages a partir do próximo ano: o Doutorado em Educação.
O APCN é um conjunto de informações e documentos sobre a UNIPLAC e sobre o Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Educação (PPGE). Ele expõe a estrutura institucional, os objetivos, o corpo docente, para submissão à avaliação superior.
No ofício de encaminhamento da proposta, o Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação, Prof. Juliano Augusto Nascimento Leite, destacou que o Mestrado em Educação desta IES já conta com mais de 100 egressos ativos no ensino na região, sendo por si só um público potencial para o nível de doutorado.
Por seu turno, o Reitor da UNIPLAC, Prof. Elson Rogério Bastos Pereira, fez questão de destacar no seu ofício anexo à proposta a importância da Instituição para o desenvolvimento da Região Serrana desde 1959, com a certeza que “a oferta desse curso atenderá as expectativas da região, pois tem como objetivo a formação de recursos humanos altamente qualificados, com vista ao ensino, pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico”.
A proposta à CAPES para a criação do Curso de Doutorado em Educação foi acompanhada por manifestação pessoal do Governador do Estado, João Raimundo Colombo, que se colocou à disposição da UNIPLAC para que a iniciativa se concretize conforme se propõe. Da mesma forma, a proposta recebeu apoio do Secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, e do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional de Lages, Gabriel Sell Ribeiro. Estas autoridades, como agentes públicos, hipotecaram integral apoio à iniciativa comunitária e se prontificaram a dela participar para o pronto alcance das metas.
A Coordenadora do PPGE, Profa. Dra. Maria de Lourdes Pinto de Almeida, lembrou que o PPGE da UNIPLAC já mantém no campus universitário de Lages o Curso de Mestrado Acadêmico em Educação em Lages, devidamente avaliado pela CAPES e reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação, este que, agora em 2013, está passando pela competente avaliação trianual e que, desde já, prepara-se para, ao final deste ano, lançar edital para a oferta do curso à nova turma no ano que vem.
A necessidade do pleito lageano justifica-se: o Estado de Santa Catarina dispõe de 11 cursos de mestrado em educação, formando turmas anualmente, cujos egressos não tem como continuar sua formação. E há apenas três cursos de doutorado em educação, dois na capital e um em Itajaí, todos no litoral. O interior do Estado está desprovido de programas de formação dessa natureza, e o mais próximo localiza-se em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.
A UNIPLAC deverá conhecer o resultado da avaliação da sua proposta em meados de setembro próximo.

domingo, 19 de maio de 2013

Tem que ser doutor!


A presidente Dilma Rousseff publicou dia15 de maio no Diário Oficial da União uma medida provisória que altera a lei do plano de carreiras e cargos do magistério federal e inclui a exigência de doutorado para a contratação de professores de universidades e institutos federais de ensino superior. O texto original, publicado em dezembro do ano passado, não fazia esta exigência, e precisou ser corrigido. Desde então, os concursos para professor de universidades federais estavam parados.
De acordo com a medida provisória, o diploma de doutorado só não será exigido pela instituição e substituído pelo título de mestre, de especialista ou por diploma de graduação, "quando se tratar de provimento para área de conhecimento ou em localidade com grave carência de detentores da titulação acadêmica de doutor, conforme decisão fundamentada de seu Conselho Superior".
O texto diz ainda que a classe da carreira de magistério superior é dividida em cinco classes, que vai de professor adjunto, assistente ou auxiliar (classe A), até professor titular (classe E), e que o ingresso é sempre pela classe A, mediante aprovação em concurso público de provas e títulos. E estes concursos terão como requisito de ingresso o título de doutor na área exigida.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

INCENTIVO À DOCÊNCIA


MEC PREPARA PROGRAMA DE INCENTIVO À DOCÊNCIA

O Ministério da Educação (MEC) planeja lançar nos próximos meses um programa para incentivar adolescentes que estão no ensino médio a seguir a carreira de professor. Para isso, pretende criar grupos de trabalho para aproximar alunos da última etapa da educação básica a professores universitários e estudantes de cursos de licenciatura. A ideia é que estudantes do ensino médio tenham contato antecipado a conteúdos relacionados ao magistério. Pelo menos uma vez na semana, os integrantes do programa deverão assistir a aulas e participar de grupos de pesquisas nas instituições de ensino superior. Será possível escolher entre a iniciação na área de física, química, biologia ou matemática – que são hoje as que enfrentam o maior déficit de profissionais.

De acordo com o coordenador do programa, Mozart Neves Ramos, ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o grupo de trabalho misto promoverá atividades com intuito tanto de auxiliar os professores de educação básica a melhorarem suas aulas, como despertar o interesse dos alunos em ingressar no magistério. Seriam pelo menos quatro horas semanais de trabalho conjunto.
"O jovem não quer mais ser professor e, para reverter este cenário, além de questões salariais e de plano de carreira, precisamos tratar da formação inicial. Um dos passos é aproximar a universidade da educação básica pública", afirma Ramos ao site de VEJA.

A meta do programa é atender cerca de 100.000 alunos do ensino médio. Eles ganhariam uma bolsa auxílio, em um valor ainda a ser definido. Seriam recrutados ainda outros 10.000 estudantes de cursos de licenciatura, que receberiam bolsas de 400 reais mensais.

O incentivo à docência é a frente principal do programa, mas outros dois eixos também estão em estudo, segundo Ramos. Um deles é para possibilitar que professores do ensino médio auxiliem docentes de instituições de ensino superior na elaboração de cursos de pós-graduação voltados a profissionais do magistério. "Às vezes, um professor universitário forma profissionais para a escola pública, mas ele mesmo nunca passou pela rede pública", afirma.

Enquanto isso, considera Ramos, há professores atuando em escolas públicas com grande conhecimento acadêmico e capacidade de contribuir na formação dos colegas. "Quando fui secretário de Educação em Pernambuco (2003 a 2006) lembro que havia na rede pública 73 professores doutores e 256, mestres", afirma.

A terceira e última frente do programa será focada em reduzir a taxa evasão dos cursos de licenciatura nas áreas de ciências biológicas e exatas.

Conforme Ramos, nos próximos 30 dias a proposta do programa será discutida com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a Academia Brasileira de Ciências, além de entidades científicas vinculadas às áreas de física, química, matemática e biologia. A expectativa é que o edital seja lançado em junho e enviado para apreciação das secretarias de educação, que têm participação facultativa. "A falta de atratividade da carreira docente não vai ser resolvida de forma isolada. É necessário um regime de colaboração entre o MEC, as secretarias de educação dos estados e as universidades", afirma.

http://veja.abril.com.br/

Aviso

A Coordenação do PPGE da Uniplac avisa aos alunos da Turma 2012 do Mestrado Acadêmico em Educação que não haverá atividades na próxima segunda-feira dia 20, de manhã e de tarde. Os Seminários de Linha de Pesquisa - Um e Dois - estão transferidos para a próxima segunda-feira, dia 27, com a mesma programação.
As atividades para a Turma 2013 transcorrerão normalmente como estão programadas.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Curso de Extensão em Psicologia


As comunidades acadêmica e externa da UNIPLAC terão a oportunidade de participar de um curso inovador, na área da Psicologia, oferecido pelo Mestrado em Educação da Instituição, agora em maio e junho.
A Profa. Dra. Vera Regina Roesler, do PPGE da UNIPLAC, ministrará o curso de extensão “Seminário de Implicação e de Pesquisa: Processos Educativos e Histórias de Vida”, que será realizado nos dias 20, 21, 27 e 28 de maio, e 03,04, 10 e 11 de junho de 2013, no período vespertino, na Sala 3310.
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação – Mestrado Acadêmico, informa que aos participantes será entregue ao final, certificado com duração de 16h. As inscrições podem ser feitas on-line pelo site da UNIPLAC, podendo os interessados entregar posteriormente a ficha de inscrição preenchida e o comprovante de pagamento da inscrição, na secretaria do Mestrado, que funciona no CCJ.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Novas demandas na educação digital


A educação digital demanda novos formatos de escolas e de material didático

Fernando de Almeida,
Biólogo, professor e diretor editorial do Ético Sistema de Ensino da Editora Saraiva

Há algumas semanas, em um jantar com amigos, chamou minha atenção a desenvoltura da pequena Heloísa em manusear o smartphone de seu pai. Com apenas um ano e meio de idade, mal começando a articular as primeiras frases, ela transitava entre os programas e facilmente explorava os aplicativos que abria. Eu já havia visto alguns vídeos com crianças brincando em tablets e similares, mas a experiência de acompanhar o evento de perto foi marcante e despertou em mim algumas reflexões.

Que tipo de escola poderá atender com eficiência essa geração de nativos digitais que está chegando? Como geradores de conteúdo, de que forma conseguiremos estruturar um material didático adequado a essa nova realidade?

Como nativo analógico, devo dizer que me sinto confortável em lidar com papel quando leio livros ou imprimo os arquivos com dados que levarei às reuniões. No entanto, também sou migrante digital e confesso ficar fascinado com os novos recursos e tecnologias à nossa disposição, tanto aqueles que facilitam o cotidiano, como os já citados tablets e smartphones, quanto os que são voltados para o mundo educacional.

O tempo do professor em sala de aula hoje é otimizado com o auxílio dos recursos existentes nos programas de criação de apresentações e nas lousas digitais; o estudo do aluno em casa é incrementado pela facilidade de pesquisa em sites de busca e pela permanente comunicação com a escola, a qual, por meio de portais cada vez mais sofisticados, coloca à sua disposição aulas de reforço, listas de questões, atividades de fixação, revisão e aprofundamento.

No entanto, a rapidez com que avança a tecnologia e a forma como se sucedem as gerações de estudantes (e, no que se refere à população discente, o intervalo entre gerações é cada vez mais curto) trazem a certeza de que a transformação será mais profunda do que a que temos hoje. O aproveitamento dos recursos tecnológicos que já existem e dos que virão passará necessariamente por uma modificação na linguagem educacional, na qual o aluno deixa de ser um componente passivo e se torna um elemento ativo do processo de ensino e aprendizagem. Condições para isso já existem: recursos audiovisuais que permitem contextualizar os conceitos apresentados, atividades especialmente desenvolvidas para possibilitar a aprendizagem contínua e significativa, uso de devices em sala de aula que acessam as redes colaborativas.

Ao professor está reservado o importante papel de coordenador do processo, mediando o caminho do aluno rumo à aprendizagem e à aplicação dos fundamentos. Por isso, é necessário e urgente capacitar os mestres desde sua formação; assim, poderão chegar à atividade docente com a consciência de que os conteúdos não são simplesmente alvo para a memória, mas ferramentas que possibilitam o desenvolvimento das habilidades e competências fundamentais para o pleno exercício das capacidades de nossos jovens.

Fonte; http://www.diariodevotuporanga.com.br/mm/

sábado, 11 de maio de 2013

Idéia: Universidade Comunitária Virtual de SC


Por que a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (ACAFE) não lança um programa especial, que poderia receber o nome de “Universidade Comunitária Virtual de Santa Catarina – UCVSC”, com a finalidade de ser executado em todas as regiões do Estado por um consórcio educacional, formado por todas as universidades privadas comunitárias de Santa Catarina?
O Consórcio Virtual aproveitaria todos os cursos já autorizados e reconhecidos, em oferta e a ofertar, de Educação a Distância (EaD), de cada uma das instituições do Sistema ACAFE – professores, tutores, tecnologias de informação e comunicação, conteúdos, experiência técnica, material didático, instalações em sedes e pólos – dessa forma consolidando os núcleos catarinenses existentes, para que a EaD seja dinamizada e  alcance maior público-alvo. Inclusive, as instituições catarinenses deixariam de competir entre si por um espaço cada dia mais curto e estreito.
Reunindo tudo o que nossas IES privadas comunitárias tem, não seria necessário nenhum dispêndio a mais – ao contrário, em pouco tempo as despesas baixariam pela racionalização das forças e esforços.
Unindo as Instituições de Educação Superior que atuam em EaD pura (100% a distância) ou com semi-presencialidade, como, por exemplo, UNESC, UNISUL, UnC, UNIVALI e outras, o sistema poderia tentar bater de frente com as corporações privadas particulares que entraram ultimamente no Estado e praticam a EaD como instrumento de negócio para obter lucro, como é o caso, agora, da Kroton, que adquiriu a UNIPAR e a UNIASSELVI e está se unindo a Anhanguera que, entre outras, adquiriu a UNIDERP e logo superarão as universidades genuinamente catarinenses em número de matrículas (e em faturamento, claro).
Como em 1974 as fundações educacionais, hoje fundações universitárias, se uniram para formar a ACAFE e trabalhar em sintonia, este seria um caminho natural para o Sistema.
Pensem nisso!

Hora-Atividade no Paraná é ampliada para 1/3 da jornada


O governador do Paraná, Beto Richa sancionou neste dia 9 de maio a lei que aumenta a hora-atividade dos professores da rede estadual de educação do Paraná, uma antiga reivindicação da categoria. Agora, os professores paranaenses  terão mais tempo para se dedicar à preparação de aulas, correção de provas e estudos.
O texto do Plano de Carreira do Quadro Próprio do Magistério do Paraná define um terço da carga horária para o professor trabalhar na escola sem interação com o aluno. Na negociação com a categoria, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) se comprometeu em ampliar, em julho deste ano, para 30% a hora-atividade e os 3,33% restantes no início do ano letivo de 2014.
Das 20 horas-aula semanais, os professores passarão a contar com o tempo de seis aulas exclusivo para planejamento de trabalho, atendimento aos familiares, pesquisa e outras atividades que precisam ser feitas fora de sala de aula, mas dentro da escola.
Para assegurar o impacto pedagógico da medida, a Secretaria e a APP-Sindicato trabalham juntos numa proposta para que a ampliação da jornada extraclasse acrescente qualidade, atualidade e profundidade aos conteúdos trabalhados pelos professores em sala de aula.
Na análise da direção da APP, entidade que representa a categoria dos professores, o grande mérito da medida é que ela será - assim que completamente implementada - um fator decisivo na melhoria da educação pública estadual, pois garantirá aos professores e professoras mais tempo para preparar aulas, desenvolver atividades extraclasse e até de formação dentro da própria escola, sem precisar ocupar seus finais de semana.
Fonte: http://www.nota10.com.br/

domingo, 5 de maio de 2013

Debate com transmissão ao vivo pela internet


O auditório Neidson Rodrigues, da Faculdade de Educação da UFMG, recebe nesta segunda-feira, 6 de maio, a conferência livre que debaterá em Minas Gerais o Sistema Nacional de Educação e a II Conae, a ser realizada em 2014. 
E você pode acompanhar o evento através da transmissão ao vivo, pela internet.
Clique em http://www.justin.tv/fae_ufmg e acompanhe a transmissão, a partir das 9 horas da manhã.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ReLePe informa


Estimadas y Estimados Colegas, 
La Red Latinoaméricana de Estudios Epistemológicos en Política Educativa
ya se encuentra en facebook.
Los invitamos a sumarse en:
Cordial saludo.
Marcela Franco

terça-feira, 30 de abril de 2013


Docentes publicam na ETD


Dois professores do PPGE da UNIPLAC de Lages estão publicando seus artigos científicos num dos mais conceituados periódicos brasileiros, a Revista ETD - Educação Temática Digital, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), que  acaba de publicar seu último número, v. 15, n. 1 (2013),  sob a temática de "Prática educativas, formação de professores e inclusão social".
Nesta edição da revista, que é coordenada pelos editores científicos da UNICAMP, Gildenir Carolino Santos e Regina Maria de Souza, os docentes da UNIPLAC, o Dr. Geraldo Antonio da Rosa escreveu o relato de experiência “Reflexões sobre educação popular: inclusão, vez e voz dos segmentos populares” (p. 111-128), e a Dra. Lucia Ceccato de Lima publicou a pesquisa “Modelo aberto de educação ambiental” (p. 145-162).
Todos estão convidados a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens
de interesse, em: <http://www.fae.unicamp.br/revista/index.php/etd.>.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O USO DA INTERNET NA EDUCAÇÃO


Mesmo que no início a Internet tenha sido utilizada apenas para fins militares, em poucos anos se tornou um referencial em todo tipo de comunicação. Com o passar do tempo, ela foi sendo aprimorada em uma interface gráfica visualmente interessante e mais dinâmica. Esse acesso, enfim, chegou às Escolas, o que se deu em meados dos anos 90.
A partir daí, contudo, surgiu uma pergunta que está em evidência até hoje: afinal, como avaliar o desenvolvimento das habilidades dos Alunos que utilizam esse recurso? Para responder a essa pergunta, podemos relacionar o Ensino antes e depois da chegada da Internet nas instituições educacionais.
O cenário de aprendizagem antes era o Professor como emissor da palavra e o Aluno ouvinte. Assim sendo, aquilo que o Aluno ouvia era por ele reproduzido em palavras escritas em seu caderno ou livro didático. Nesse contexto, havia pouca interação entre eles.
Depois da Internet, o cenário mudou quase por completo. Temos o Professor como mediador do conhecimento, enquanto Alunos se tornam coautores na busca da informação. Os Alunos hoje podem compartilhar ideias e aprofundar as pesquisas relacionadas ao assunto em um ambiente de reflexão, com bibliotecas virtuais, guias, apostilas interativas e muito mais.
Ainda há que se falar do aprendizado colaborativo, uma grande tendência dos Alunos do século XXI. Nesse ambiente, as pessoas com interesse comum se reúnem para compartilhar o que sabem, buscam juntas a solução dos problemas, tomam decisões e agem em equipe por meio de fóruns de debates, e-mails, videoconferências, sendo cercadas por muitas outras possibilidades no mundo todo.
Trata-se agora de uma Nova Cultura Educacional, que tem como base o Compartilhamento das Ideias e ideais em Projetos Colaborativos. Nós, Educadores, precisamos acompanhar essas tendências e compreender de uma vez que, se não levarmos as tecnologias (acessos à internet, redes sociais...) aos nossos Alunos, seremos nós quem nos distanciaremos desse novo formato de Educação. Cabe o entendimento da utilização da Internet, de como nossos Alunos compreendem a pesquisa, o acesso e a busca, bem como da forma como utilizam a informação.
Temos que estar "antenados” em tudo que acontece na web e usar esses recursos em nossas aulas a favor da construção do conhecimento. Para contribuir com o uso correto da Internet na sala de aula, existem muitos artigos publicados, que até oferecem o passo a passo de como inserir esse importante recurso em nossas aulas.

http://www.diariodoamapa.com.br/

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Anhanguera e Kroton anunciam fusão


As empresas de educação Kroton e Anhanguera divulgaram fato relevante informando ao mercado que fecharam um acordo de associação. Na prática, a Kroton está incorporando a Anhanguera. As duas companhias têm capital aberto na Bolsa de  Valores de São Paulo (Bovespa) e as ações da Anhanguera serão incorporadas pela Kroton. Se aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a operação resultará no maior grupo educacional do país e um dos maiores do mundo.
A transação, que terá um valor de R$ 4,99 bilhões, é o momento marca a criação do maior grupo educacional do mundo, com mais de um milhão de alunos e que será a companhia com maior valor de mercado, com duas vezes o tamanho do segundo colocado em termos de valor de mercado de companhias abertas.
As duas empresas possuem mais de 800 unidades de ensino superior e 810 escolas associadas distribuídas por todos os estados brasileiros. São cerca de um milhão de alunos em educação superior, educação profissional e outras atividades associadas à educação. O valor de mercado das companhias é próximo de R$ 12 bilhões.
Entre as instituições que integram a rede Kroton, que foi fundada em Minas Gerais pelo ex-ministro do Governo Lula, Walfrido dos Mares Guia, estão a Uniasselvi, de Santa Catarina, Universidade Norte do Paraná (Unopar), Faculdades Pitágoras, Unic (Universidade de Cuiabá), Unime (Universidade Metropolitana de Educação e Cultura). A rede Anhanguera, que tem origem no interior de São Paulo, comprou a Uniderp (Mato Grosso do Sul) e recentemente comprou por R$ 510 milhões a Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban).
A companhia que surgirá com a fusão terá 73% de sua receita líquida oriunda de cursos de Ensino Superior presenciais, 23% de cursos universitários na modalidade de ensino à distância, e 4% de atividades relacionadas à Educação Básica.
Há uma complementaridade geográfica entre as duas companhias. A Anhanguera é líder nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A Kroton está presente no Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e Paraná. Segundo os executivos das empresas, as duas companhias possuem pouca sobreposição nas cidades em que atuam. Na opinião deles, isso deve influenciar numa possível decisão positiva do Cade em relação à aprovação da fusão.
A empresa resultante da fusão não pensa em realizar novas grandes aquisições, pois acredita que passará os próximos dois ou três anos trabalhando para uma sinergia entre Anhanguera e Kroton, entendendo seus dirigentes que há muito espaço para expansão no mercado educacional no país, tanto no oferecimento de cursos na modalidade presencial quanto na de ensino à distância.
Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/anhanguera-kroton-do-setor-de-educacao-anunciam-fusao-8180281

terça-feira, 23 de abril de 2013

Depressão na Pós-Graduação e Pós-doutorado


Depressão na Pós-Graduação e Pós-doutorado

Por JohnAraujo | 25 de outubro de 2012

O que fazer com os estudantes e cientistas que não conseguem estudar e pesquisar?

Sergio Arthuro (1)

A imagem de nós cientistas no senso comum, como estereotipada por Einstein, é que somos meio loucos. De fato, como revelado recentemente pela revista Nature, parece que realmente não temos uma boa saúde mental, dada a alta ocorrência de depressão entre pós-graduandos e pós-doutorandos.

Os pós-graduandos são os estudantes de mestrado e de doutorado, enquanto os pós-doutorandos são os recém doutores em aperfeiçoamento, que ainda não conseguiram um emprego estável. Os pós-doutorandos são comuns há muito tempo nos laboratórios da Europa e dos Estados Unidos, já no Brasil este é um fenômeno recente.

Segundo o texto, boa parte dos estudantes de pós-graduação que desenvolvem depressão foram ótimos estudantes na graduação. Lauren, doutoranda em química na Universidade do Reino Unido, começou com dificuldade em focar nas atividades acadêmicas, evoluiu com medo de apresentar a própria pesquisa, e terminou sem nem mesmo conseguir sair da cama. Felizmente, Lauren buscou ajuda e agora está terminando o seu doutorado, tendo seu caso relatado no site de ajuda Students Against Depression, cujo objetivo é “desenvolver a consciência de que a depressão não é uma falha pessoal ou uma fraqueza, mas sim uma condição séria que requer tratamento”, segundo a psicóloga Denise Meyer, que ajudou no desenvolvimento do site.

Para os cientistas em início de carreira, a competição no meio acadêmico pode levar a isolamento, ansiedade e insônia, que podem gerar depressão. Esta pode ser acentuada se o estudante de pós-graduação tiver problemas extracurriculares e/ou com seu orientador. Já que a depressão altera significativamente a capacidade de fazer julgamento racional, o deprimido perde a capacidade de se reconhecer como tal. Aqui, na minha opinião, o orientador tem um papel fundamental, mas que na prática não tenho observado muito: não se preocupar apenas com os resultados dos experimentos, mas também com a pessoa do estudante.

De acordo com o texto, os principais sinais de depressão são: a) inabilidade de assistir as aulas e/ou fazer pesquisa, b) dificuldade de concentração, c) diminuição da motivação, d) aumento da irritabilidade, e) mudança no apetite, f) dificuldades de interação social, g) problemas no sono, como dificuldade para dormir, insônia ou sono não restaurativo (a pessoa dorme muito mas acorda cansada e tem sono durante o dia).

Segundo o texto, a maioria das universidades não tem um serviço que possa ajudar os estudantes de pós-graduação. Não obstante, formas alternativas se mostraram relativamente eficazes. Por exemplo, mestrandos e doutorandos poderiam procurar ajuda em serviços oferecidos a alunos de graduação; já os pós-doutorandos poderiam tentar ajuda em serviços oferecidos a professores, sugerem os autores do texto. A maioria dos tratamentos requer apenas uma sessão em que são discutidas as dificuldades dos estudantes, além de sugestões de como manejar melhor a depressão. Uma das principais preocupações é com relação à confidencialidade, que deve ser quebrada apenas se o profissional sentir que o paciente tem chance iminente de ferir a si ou a outrem. Segundo Sharon Milgram, diretora do setor de treinamento e educação do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, “buscar ajuda é um sinal de força, e não de fraqueza”.

Devo admitir que o texto chamou minha atenção por me identificar com o tema, tanto na minha própria experiência, quanto na de vários colegas de pós-graduação que também enfrentaram problemas semelhantes. Acho que o sistema atual de pós-graduação tem falhas que podem aumentar os casos de depressão, como as descritas a seguir:

1- O próprio nome “Defesa” no caso do doutorado

Tem coisa mais agressiva que isso? Defesa pressupõe ataque, é isso mesmo que queremos? Algumas pessoas vão dizer que os ataques são às ideias e não às pessoas. Acho que isso acontece apenas no mundo ideal, porque na prática o limite entre as ideias e as pessoas que tiveram as ideias é muito tênue. Mas pior é nos países de língua espanhola, pois lá a banca é chamada de “tribunal”.

2- Avaliações pouco frequentes

Em vários casos, principalmente no começo do projeto, as avaliações são pouco frequentes, o que faz com que o desespero fique todo para o final. No meu caso, os últimos meses antes da “Defesa” foram os piores da minha vida, pois tive bastante insônia, vontade de desistir de tudo etc. Pior também foi ouvir das pessoas que poderiam me ajudar que aquilo era “normal” e que “fazia parte do processo”… Isso não aconteceu apenas comigo, mas com vários colegas de pós-graduação. Acho que para fazer ciência bem feita, como todo trabalho, tem que ser prazeroso, e acredito que avaliações mais frequentes podem evitar o estresse ao final do trabalho.

3 – Prazos pouco flexíveis

Cada vez mais me é claro que a ciência não é linear, e previsões geralmente são equivocadas. Dessa forma, acredito que não deveria haver nem mestrado nem doutorado com prazo fixo. O pós-graduando deveria ter bolsa por 5 anos para desenvolver sua pesquisa, e a cada ano elaboraria um relatório sobre suas atividades e resultados. Uma comissão deveria julgar esse relatório para ver se o estudante merece continuar. Como cada caso é um caso, em alguns casos, dois anos já seriam suficiente para ter um resultado que possa ser publicado num jornal científico de reputação. Isso daria ao cientista a possiblidade de bolsa por mais 5 anos, por exemplo, para ele continuar sua pesquisa. Em outros casos, 5 anos de trabalho não é suficiente, o que pode ser por causa da própria complexidade da pesquisa, ou outros motivos como atraso na importação de material etc. Nesse caso, acho que o estudante deveria ter pelo menos mais 3 anos de tolerância para poder concluir sua pesquisa, caso os relatórios anuais sejam aprovados, e o estudante comprove que não é por sua culpa que a pesquisa está demorando mais que o previsto.

 Senti falta no texto uma discussão com relação ao fato de que para os futuros cientistas que ainda não tem um emprego definitivo, a ausência de estabilidade financeira é também um fator que contribui para o estado de humor dessa classe tão específica e especial de seres humanos.

(1) Médico, doutor em Psicobiologia e Divulgador Científico

Sugestão de Leitura

Gewin, V. (2012) Under a cloud: Depression is rife among graduate students and postdocs. Universities are working to get them the help they need. Nature 490, 299-301.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sobre revalidação de diplomas


Agilidade no processo, menos burocracia e critérios transparentes para revalidação no Brasil de diplomas obtidos no exterior foram os pedidos dos participantes da audiência pública que discutiu o tema, na sexta-feira, 12/4, na Comissão de Relações Exteriores (CRE). O encontro discutiu o Projeto de Lei do Senado (PLS) 399/2011, que trata da revalidação e do reconhecimento automático de diplomas de instituições de ensino superior estrangeiras.

Os convidados concordaram que, ao contrário do que propõe o projeto, a revalidação do diploma não deve ser automática. A reivindicação é de que seja estabelecido um processo objetivo de avaliação. Atualmente, no caso da pós-graduação stricto sensu, o diploma conquistado no estrangeiro deve ser submetido à análise de uma universidade brasileira que possua curso equivalente avaliado e reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As críticas dos estudantes são de que o processo é demorado e subjetivo, com regras que variam a depender da instituição de ensino a quem foi pedido o reconhecimento.

Autor do projeto, Roberto Requião (PMDB-PR) admitiu que o texto original precisa ser aperfeiçoado, com mudanças na previsão de revalidação automática do diploma, entre outros pontos. O senador observou que as instituições de ensino devem passar por avaliações periódicas, mas enfatizou a importância de mudar as atuais regras para dar mais celeridade aos pedidos. A audiência foi pedida pela senadora Ana Amélia (PP-RS), que presidiu a reunião.

Debate

O presidente da Associação Nacional de Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior, ¬Vicente Celestino de França, ¬estimou que existam hoje 20 mil pedidos em análise nas ¬universidades brasileiras, a maioria da área de pedagogia.

O alto índice de rejeição dos diplomas foi criticado pelo presidente da Associação Brasileira de Pós-Graduados no Mercosul, Carlos Estephanio. Segundo ele, cerca de 80% dos diplomas oriundos de países do Mercosul não são reconhecidos no Brasil.

Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Bonciani Nader, tão importante quanto assegurar a revalidação do diploma conquistado no exterior é garantir a qualidade da formação desses profissionais que voltam ao Brasil. "Sem a qualidade, vamos ser injustos com os mais de 200 mil que estão fazendo pós-graduação em cursos do país, avaliados pela Capes. Os diplomas de curso do exterior também precisam ser ¬avaliados", defendeu.

Critérios transparentes e específicos de avaliação foram reivindicados ainda pela presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos, Luana Bonone. Ela sugeriu que a chancela da revalidação do diploma deveria ser do Ministério da Educação, e não das universidades.

O presidente da Capes parabenizou a decisão de realizar a audiência, por ser algo totalmente democrático. "Vivemos atualmente as dores do crescimento. O país tem apenas 200 anos, no que diz respeito ao ensino superior. Quando a Capes foi criada existiam cinco universidades. A primeira, no conceito que temos hoje de universidade, foi a USP, de 1934, a melhor da América Latina, mesmo lá [USP], fechamos cursos de pós-graduação, com frequência. Então, não podemos simplesmente confiar numa avaliação geral, em uma listagem de instituições. Existem boas universidades com cursos ruins e excelentes cursos em universidades não tão boas assim."

Guimarães reforçou o fato de que hoje o país possui 200 mil estudantes e 65 mil professores nos cursos de pós-graduação recomendados e acompanhados pela Capes e pela comunidade cientifica. Disse ainda que o Sistema Nacional de Pós-graduação possui capacidade para chegar aos 400 mil alunos. "Por isso não abrimos mão da qualidade." Hoje, a Capes tem acordos de cooperação com mais de 40 países, inclusive na América do Sul com uma série de programas e sem problemas de revalidação de diplomas, explicou o presidente.

Sobre a preocupação da revalidação de diplomas no âmbito do Ciência sem Fronteiras, Guimarães disse que o programa deve chegar aos 45 mil bolsistas no fim do ano, de um total de 101 mil estudantes que serão enviados ao exterior, e que apenas 9 mil no total vão precisar revalidar os diplomas. "No Ciência sem Fronteiras 91% são estágios, períodos curtos, bolsas sanduíche e pós-doutorado, por isso não vai impactar a capacidade de revalidação."

Luiz Robert Curi, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), disse que é preciso respeitar o espaço que o Brasil conquistou. Hoje a avaliação toma o lugar da regulação e esse processo começou em 1997, pós Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). "Não abrimos e fechamos cursos para premiar projetos pedagógicos. A avaliação não é feita apenas pelo desenvolvimento da universidade apenas, mas pelo desenvolvimento do país. Isso não é direto, espontâneo, automático. Por isso a avaliação é focada em desempenho."

Curi disse que o país tem hoje um processo que garante a qualidade do egresso e que a maior preocupação é manter a qualidade do sistema. "Temos que usar o trabalho que fazemos com muita qualidade há décadas, aprender com a nossa avaliação. Por isso temos que tratar o egresso do exterior da mesma maneira que o de dentro, não seria justo que fosse feito de outra maneira."

Curso de Extensão


Abertas Inscrições para Curso de Extensão
REDE DE EGRESSOS: PROGRAMA DE FORMAÇÃO E PRODUÇÃO ENTRE PARES PESQUISADORES
Coordenação: Ana Maria Netto Machado & Vanir Peixer Lorenzini
Certificação de 30h
Ciclo de 8 Seminários (um por mês)
De abril a novembro, sempre sextas-feiras das 14h às 17h
Primeiro Seminário: 26/04/2013 , das 14h às 17h
Local: PPGE - Sala 3302 do CCJ
Inscrições: Secretaria do Mestrado ou ao final dos três primeiros seminários.
Valor da inscrição: R$ 15,00
Público alvo: egressos da pós-graduação (Mestres e Doutores) de qualquer área do conhecimento.
A cada Seminário estão previstos dois momentos: 1) estudo de autores latino-americanos e 2) convergência entre pares pesquisadores (empoderamento pela saída do isolamento). Promover formação, produções e intervenções coletivas na sociedade. 
Promoção:
Grupo de Pesquisa Rede de Egressos: Conhecimento para transformação Social

Leitura para o dia 26/04: Primeiro capítulo da obra:

desobediencia-epistemica LIVRO COMPLETO MIGNOLO 128p.pdf
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Biblioteca Nacional Digital Americana no ar


Um dos maiores projetos de digitalização de acervos históricos dos últimos anos já está online. Confira seus mais de três milhões de itens.
Um grande sonho finalmente se tornou uma realidade nesta última quinta-feira, dia 18 de abril de 2013: a Biblioteca Nacional Digital Americana (DPLA). O objetivo desta biblioteca - capitaneada pelo historiador americano e diretor da biblioteca de Harvard, Robert Darnton – é reunir e compartilhar de forma gratuita, na internet, milhares de documentos e obras que pertencem a bibliotecas, universidades, museus e arquivos dos Estados unidos. Apenas nos primeiros momentos da biblioteca serão cerca de três milhões de itens disponíveis para consultas, entre fotografias, mapas, documentos, objetos, códices, etc.
E engana-se quem acha que o projeto envolve conteúdo que diz respeito apenas a cultura e a história dos Estados Unidos. As bibliotecas e arquivos daquele país reúnem milhares de itens em outras línguas e que abordam aspectos multiculturais e multinacionais. Procurando por "Brasil" (assim mesmo, com "s"), por exemplo, é possível encontrar neste momento 169 resultados. E trocando o "s" pelo "z" chegamos ao incrível número de 10.240 resultados. É possível pesquisar por palavra chave, instituição, data e formato.
O projeto vem sendo desenvolvido desde a década passada como um esforço coletivo para democratizar o acesso a bens culturais inestimáveis para a pesquisa, ciência e educação, tornando-se uma fonte de preservação segura e livre. Para acessar a biblioteca, clique:  http://dp.la/info/. E divirta-se!

Fonte: http://cafehistoria.ning.com/

terça-feira, 16 de abril de 2013

Curso de Espanhol


Está sendo organizado no âmbito do PPGE da UNIPLAC um Curso de Extensão, de 20 horas, de Língua Espanhola, para os alunos do Mestrado em Educação.
As aulas terão início no próximo dia 29 de abril, e terão continuidade nos dias 6, 13, 20 e 27 de maio, continuando em 3, 10, 17 e 24 de junho, mais em 1º de julho.
se realizarão nas segundas-feiras, das 13h às 15h30min.
Matrícula R$ 5,00. Valor do Curso por mês R$ 30,00.
Vale lembrar que o Exame de Proficiência em Língua Estrangeira (Espanhol, aqui, neste caso), obrigatório no mestrado, será realizado no dia 2 de setembro.

Virtual Educa 2013


Bogotá - Del 17 al 21 de junio próximos, la ciudad de Medellín será el escenario de reflexión nacional e internacional en torno al papel de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) en la consolidación de una educación innovadora y de calidad, con la realización del XIV Encuentro Internacional Virtual Educa.
Al país tie la oportunidad de liderar la discusión sobre los avances, experiencias y retos que tenemos en la incorporación de las nuevas tecnologías en los sistemas educativos y en cómo éstas nos ayudan a transformar la calidad de la educación y a cerrar las brechas de inequidad, aseguró ló Ministerio de la Educación durante el lanzamiento del evento, que se realizó con ocasión de la visita al país de una delegación de la Organización de Estados Americanos (OEA), entidad por cuya iniciativa se creó Virtual Educa.
Virtual Educa se articula con uno de los cincos ejes de nuestra política educativa 'Educación de Calidad, el Camino para la Prosperidad': el de la pertinencia y la innovación en la educación. Desde 2010, en el Ministerio de Educación trabaja en la consolidación del Sistema Nacional de Innovación Educativa con Uso de TIC y, para lograrlo, define cinco ejes temáticos: desarrollo profesional docente, gestión de contenidos, educación virtual, fomento a la investigación y acceso a la tecnología, agregó Campo.
En Virtual Educa Colombia 2013 se reunirán expertos y formuladores de política de más de 20 países de Latinoamérica, el Caribe y Europa para analizar los avances en materia de educación, innovación y TIC y para presentar propuestas sobre estos temas.
Al evento, liderado por el Ministerio de Educación Nacional y la OEA, y que cuenta con el apoyo de la Alcaldía de Medellín y de la Gobernación de Antioquia, asistirán diariamente un promedio de 6.000 personas, incluidos más de 700 extranjeros. También se calcula que será visto a través de Internet, por cerca de 8.000 personas diarias.
Virtual Educa será un espacio de convergencia para el intercambio de experiencias y buenas prácticas vinculadas a la sociedad del conocimiento y será el escenario perfecto para mostrar que en la región, Colombia está a la vanguardia en materia de innovación educativa con uso de TIC. Con la política de innovación quer incorporar de manera efectiva el uso de las TIC en sistemas educativos, innovar en los currículos, construir una cultura que priorice la investigación y la generación de conocimientos y mejorar la capacidad de los establecimientos educativos para innovar en sus prácticas.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Nosso Coleta 2012 já na CAPES


Dia 12 de abril, a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Planalto Catarinense remeteu para a Fundação CAPES, em Brasília, o Relatório da Coleta de Dados do ano base 2012, mais conhecido como Coleta Capes 2012, referente ao Mestrado Acadêmico em Educação, vinculado à  Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação da UNIPLAC.
O documento, que seguiu as instruções regulamentares, contempla as informações oficiais sobre os três últimos anos de funcionamento do Mestrado em Educação (2010-2011-2012), desde quando houve a avaliação pela CAPES e o reconhecimento pelo Conselho Nacional de Educação. O prazo para protocolo é 25 de abril (Portaria n. 10/2013), porém o grupo de trabalho do PPGE conseguiu concluir o relatório com boa antecedência.
O Aplicativo “Coleta de Dados CAPES” é um sistema informatizado desenvolvido com o objetivo de coletar informações dos cursos de mestrado, doutorado e mestrado profissional integrantes do Sistema Nacional de Pós-Graduação. Todo e qualquer curso de pós-graduação stricto sensu só tem diplomas reconhecidos a nível nacional se o respectivo programa for avaliado pela CAPES, que é muito rigorosa nisso.
O grupo de professores doutores que atua no PPGE da UNIPLAC, além da elaboração do Coleta 2012, e além das atividades com as turmas 2011, 2012 e 2013 (70 mestrandos), mais com aulas na graduação e desenvolvimento de pesquisas e orientações, também está empenhado neste momento na elaboração do APCN para enviar dentro do prazo à CAPES, objetivando implementar o Curso de Doutorado em Educação na UNIPLAC em 2014, uma das exigências obrigatórias para que essa Instituição mantenha o status de Universidade.

domingo, 14 de abril de 2013

MUNICÍPIOS E ESTADOS PODEM FICAR SEM MERENDA ESCOLAR


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reforçou a importância da regularização do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) em estados, municípios e Distrito Federal. Aqueles que estiverem em situação irregular poderão ficar sem os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Os conselhos são responsáveis por acompanhar a execução do programa em cada localidade do país. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) são 780 municípios com o CAE vencido e seis estados – Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia e Sergipe. "Quando não regularizam o conselho, o risco é a suspensão integral do repasse do Ministério da Educação. Os estados e municípios têm que cumprir a lei e implantar o conselho", disse o ministro.

O ministro diz que os municípios que ainda não implantaram o CAE "poderão ter problemas no repasse que nós fazemos. O conselho é um instrumento fundamental para acompanhar, fiscalizar e avaliar a qualidade da merenda". Este ano, o orçamento do programa é R$ 3,5 bilhões, para beneficiar 44 milhões de alunos da educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos). O dinheiro é transferido em dez parcelas mensais, para atender a 200 dias letivos e deve ser utilizado na aquisição de gêneros para a alimentação escolar.

Sobre possíveis irregularidades que envolvem o desvio da verba da merenda escolar em municípios brasileiros, Mercadante disse que "quem errou vai ter que pagar com rigor porque dinheiro para educação é sagrado, especialmente quando vai para merenda das crianças". Segundo ele, se o ministério identifica, por meio do sistema de prestação de contas online disponibilizado no portal do FNDE, qualquer irregularidade, ela é encaminhada aos órgãos competentes.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/educacao

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Duas dicas


Para os Pedagogos curiosos...
A dica:
Recomendamos o acesso ao site:
PROJETOS PEDAGÓGICOS DINÂMICOS

Notícias gerais sobre Educação
Há um site informativo muito interessante na web.
Destaque maior para o Paraná... mas é abrangente.
Dê uma espiada em:

Vestibular de graça nas federais


A presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que garante o direito a isenção do pagamento da taxa de inscrição nos vestibulares de universidades federais e institutos federais de ensino a estudantes que tenham renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada.
A lei foi publicada na quinta-feira (11 de abril) no "Diário Oficial da União"
A maioria das universidades federais que tem processo seletivo próprio adota sistema de isenção parcial ou total da taxa do vestibular, mas isso não era até então garantido por uma lei específica para este fim.
Segundo o documento, as instituições federais de educação superior adotarão critérios para isenção total e parcial do pagamento de taxas de inscrição nos processos seletivos de ingresso em seus cursos, de acordo com a carência socioeconômica dos candidatos.
Para ter direito ao benefício, o estudante deve cumprir as duas exigências, ou seja, ter feito escola pública ou ser bolsista integral em escola particular e ter renda familiar per capta de até 1,5 salário mínimo.